Depoimento sobre batida cardíaca com extra-sístole

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Prof. Tsai

Gostaria de compartilhar com os colegas da aula de Tai Chi sobre o poder do Tai Chi para resolver um problema de saúde, que tive na semana passada.

No domingo passado, no final da tarde, senti um cansaço incomum nos últimos tempos.  Não sei dizer exatamente por quê tive esse cansaço.  Talvez seja devido a mudança brusca de temperatura, esfriou muito.
Na 2a. feira de manhã ao acordar, percebi uma sensação estranha no peito, e um mal-estar característico, que há muito tempo não sentia: batida cardíaca com extra-sístole.

Fazendo aqui, um pequeno parênteses: há muito tempo atrás, no início da minha prática de Tai Chi, eu tinha esse problema de extra-sistole, que pode ser vista no eletrocardiograma, como uma falha no sinal de pulsação cardíaca, e a sensação percebida é exatamente essa: o coração pulsa num certo ritmo, e na hora que espera a batida, ela falha, não bate. É uma sensação desagradável.  Lembro-me que depois de cerca de meio ano de prática de Tai Chi notei que aquela sensação de extra-sistole tinha sumido. Numa consulta, a seguir, com o meu cardiologista, ao fazer eletrocardiograma foi constatado que não havia mais sinal de extra-sistole.  Lembro que o cardiologista comentou que não era muito comum  acontecer isso. Na época achei que poderia ser graças a prática de Tai Chi.

Voltando ao ocorrido na semana passada, ao constatar extra-sistole, não sabia bem o que fazer, sabia que caso fosse a pronto socorro, me entupiria de remédio. Fui medir a pressão arterial, e constatei que o aparelho ficava maluco, escutava claramente a falha da pulsação cardíaca, e no final não conseguia medir a pulsação, indicando “Erro”.  Então lembrei-me que talvez pudesse resolver com Tai Chi. Dito e feito: após cerca de quarenta minutos de Tai Chi senti um bem estar e não mais sentia o extra-sistole. Fui verificar com o aparelho de pressão, e desta vez tanto a pressão como o batimento cardíaco estava firme e estável, indicando que estava normalizado. Fiquei muito feliz com isso.

Na 6a. feira de manhã, após uma semana muito difícil por excesso de trabalho, repetiu o problema do extra-sidtole, mas consegui resolver da mesma maneira, com Tai Chi.

Porisso acho que vale a pena se dedicar à aprendizagem e prática de Tai Chi.
E aqui gostaria de manifestar mais uma vez o meu mais profundo sentimento de gratidão ao Professor Tsai por transmitir-nos essa preciosidade que é o ensinamento de Tai Chi e meditação taoista.

04/06/2014  Kinjiro Sekiguchi

E-Mail:kinjiro2003@globo.com

Ver outros depoimentos:

http://www.centrotaoista.com.br/depoimentos-acupuntura

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Relato do capitulo 22 do Tao Te Ching: Abraçando Unidade – Aula de Tai Chi no dia 24/05/2014

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Esse capitulo nos traz ensinamentos muito preciosos sobre apego, ego e humildade.

Ensina-nos a não ser escravo do nosso ego, e para isso é preciso ser tolerante com os outros para evitar conflitos, é preciso ceder para viver em harmonia com a esposa ou o esposo, ou curvar-se diante da força da natureza e do destino.

Ensina-nos a não ter apego às coisas, idéias ou conhecimentos, e para isso não devemos acumular coisas no seu armário, ou acumular conhecimentos inúteis na cabeça.  Precisamos esvaziar o armário, desfazendo das coisas antigas que não tem mais utilidade para que possamos adquirir coisas novas e úteis, assim como temos que nos esvaziar para conseguir adquitir novas energias quando fazemos a meditação.
Desfazer das coisas ou de pensamentos antigos é também como se estivesse rompendo com essas coisas, e isso permite-nos a renovação.
Ensina-nos a ter humildade diante de nossos sucessos e realizações, pois isso não dependeu só do nosso esforço e competência, mas foi graças também a outros fatores, tais como, momento favorável para aquela realização, virtudes herdados dos pais, e os ensinamentos que recebeu de todas as pessoas com quem nós convivemos.
Cultivando essas virtudes e abraçando a unidade (tan chien) conseguiremos evoluir na nossa meditação.

10/06/2014   Kinjiro Sekiguchi

E-Mail:kinjiro2003@globo.com

*Texto elaborado po aluno: Kinjiro Sekiguchi