PRÉ-DIABÉTICO, TORNOZELOS INCHADOS, ZUMBIDO, OBESIDADE, GRIPE E ETC.

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Conheci o Prof. Tsai por estar procurando um tratamento alternativo para evitar tomar um monte de remédios que me foram receitados, uma vez que fui diagnosticado como pré-diabético.

Meus tornozelos estavam inchados, se eu andasse dois quarteirões já me sentia muito cansado e tinha um chiado nos ouvidos que nunca passava.

Interessei-me por acupuntura pois tinha alguma informação sobre este tratamento que era recomendado para dores.   Pesquisando na Internet optei pelo Centro Taoísta devido aos depoimentos que li.

Iniciei o tratamento com o Prof. Tsai com duas seções de acupuntura e massagem Tuina, mais conhecida como tortura chinesa por semana, durante um mês.

Lembrando que também mudei bem minha alimentação, reduzindo bastante as frituras, refrigerantes e doces, além de tomar o chá chinês que até hoje não sei do que era.

A partir da terceira seção já senti grande melhora, tanto que comecei a ir a pé até a estação Liberdade do Metrô após as sessões (o Centro Taoísta fica a uns 10 min.do Metrô Vergueiro).

Em seguida continuamos por mais dois meses com uma seção por semana, já não sentia mais dores nas pernas, o inchaço já havia desaparecido e diminui uns 7 kilos. Foi quando o Professor Tsai me convidou para participar da turma de Tai Chi pois segundo me disse o que podia fazer com a acupuntura já havia sido feito e que a partir daí dependeria somente de mim.

Devo confessar que o Tai Chi é realmente eficiente quando seguido com constância pois não há milagre, nossa saúde depende de nossa energia e com o passar do tempo, a medida que vamos envelhecendo o desgaste é muito maior e a recuperação mais demorada.

Tive algumas baixas devido a negligencia, pois quando a gente vai melhorando esquece o que passou e descuida do treinamento, apesar de o Prof. Tsai estar repetindo que não devemos esquecer da constância, mas sempre consegui me recuperar, visto que a partir do início de treinamento do Tai chi, nunca peguei nenhuma gripe e quando aparece um resfriado nunca passa de um ou dois dias sem tomar nenhum remédio.

O último exercício que estamos aperfeiçoando (um dos 37 exercícios do Tai Chi) é o Lou Chee ao Pu, que tem um grau de exigência bem alto do ponto de vista de resistência e qualidade dos movimentos, o que resulta em grande benefício a saúde quando bem elaborado devido aos pontos que são exercitados.

 

 

29/4/2017  Benedito Breve

E-Mail: breve.b@gmail.com

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DORES FORTES NO PESCOÇO, GSTRITE, DOR DE CABEÇA, INDISPOSIÇÃO, DOR DE ESTÔMAGO E ETC.

Marcia
Procurei a acupuntura por causa de dores fortes no pescoço e gastrite atacada. Um colega de trabalho então indicou sua clinica e disse algumas pessoas da familia dele ja haviam passado e tiveram ótimos resultados.
Depois já depois do primeiro dia da consulta, sentia um pouco de pressão no pescoço, mas dores não mais. Dores de cabeça, indisposição, dor de estômago, tudo foi ficando muuuuito leve, praticamente não tinha, dois da segunda consulta então não senti no máximo uma dor de cabeça, na virada do tempo e um pressão maior no pescoço.
Ainda doí bastante os pontos que são trabalhados, tanto as “batidas” nos braços e pernas, como as aplicações das agulhas, mas são momentâneos que valem muito a pena. E enquanto tiver condições financeiras para continuar o tratamento vou fazê lo!
Obrigada,
27/04/2017   Marcia Kuahara
E-Mail: mkuahara@gmail.com

FORTE DOR DA CABEÇA, ENXAQUECA, INSÔNIA E ETC.

SilvanaOK

Silvan & Wilson

Somente quem convive com DOR, vai dar atenção a este depoimento…

Sempre convivi com dor de cabeça, constantemente, forte ou fraca… Sempre tomando remédio, até perceber que os remédios não aliviavam. Então, eu não tomava mais o remédio. Aceitava a dor!
Comentava com os médicos, na esperança de um alívio, e não querendo ouvir que eu estava com algo grave! (Que é o que eles dão a entender… Que você quer o diagnóstico de algo sério, pra chamar a atenção!) Mas, nenhum médico dá a devida importância!!! Alguns dão risada! Dizendo que o médico que descobrir a cura pra dor de cabeça vai ficar rico!!!
Em Novembro de 2016, as dores vinham aumentando, a ponto do desespero! Não tenho empregada, tenho duas filhas… Dizem que para enxaqueca você deve deitar em quarto escuro… o que é impossível.
A dor só piorava, estava acordando de madrugada com muita dor desde a testa até a nuca, deitada, dormindo!
Pensava que era coluna… enfim…
Chegou um dia, em que eu já ia me jogar em um pronto socorro e sei lá, me internar…
Meu marido já havia conhecido o Centro Tauista, uns 5 anos antes. Por causa principalmente de sua coluna também, e de outros sintomas… E já estava bravo, pois eu tinha medo de ir…
Decidi, naquele dia desesperador, em que eu não parava de chorar de dor…
Dr. Tony Tsai me atendeu, pediu para repousar o restante daquele dia. Naquela tarde, sentia como se estivesse de ressaca, apenas pesada, cansada. Consegui dormir assim que cheguei em casa, o que é bem difícil… e no dia seguinte: O inacreditável!!! Amanheci SEM DOR!!!
A surpresa é tão grande! a gratidão!… Saí fazendo propaganda aos amigos e familiares… Mas as pessoas relutam um pouco em ouvir sugestões de amigos… Somente quem convive com a dor, entende!
Não deixe o seu estado piorar! A qualidade de vida sem dor, é muito melhor…
Ahhh o Chá dele também é ótimo! Bom, eu sempre gostei de chá.
Meus caros, eu espero ter transmitido minha experiência! Fiquem com Deus!
Atenciosamente,
24/04/2017    Silvana de Melo Gondolfo
37 anos, Casada, 2 filhas, Moradora do bairro de Perdizes.SP

Depoimento da Flávia falando sobre treino de energia no Centro Taoíta…

pushhands

A flávia faz push hands com Prof. Tsai no Centro Taoísta 

 

O depoimento da Flávia foram feitos em 6 vídeos, para assistir basta clicar em cima de cada um deles:

parte01

parte02

parte03

parte04

parte05

parte06

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APRENDIZAGEM SOBRE ENERGIA ATRAVÉS DO TAI CHI, TUEI SHOU, PUSH HANDS, MEDITAÇÃO E OUTROS BENEFÍCIOS.

flavianew

Recentemente, estudando Pushing Hands com o Professor Tsai, ele me dizia muito a palavra “ceder”. Na prática, era preciso que eu cedesse bastante para não ser “vencida”. Percebi que quanto mais eu cedia, mais me cansava as pernas. Isso me fez refletir sobre o fato de que todo aprendizado requer um esforço. Mesmo aprender a ceder, também pode ser um processo muito trabalhoso, e que quanto mais me cansava a base (ou seja, as pernas), mais livre o resto do meu corpo ficava para seguir o treino num fluxo favorável.

Justo na mesma semana dessa reflexão, o Professor começou o capítulo 26 do Tao te Ching na aula de grupo com a seguinte frase: “O peso é a raiz da leveza”. E mais do que nunca essa frase fez sentido para mim, justamente porque eu havia experimentado no meu corpo sua veracidade. Quanto mais uma árvore enraíza, mais ela pode balançar ao vento sem risco de queda. O peso está embaixo, onde a força da gravidade já nos indica. Nós temos a tendência de deixar o peso subir, recebendo com a força da parte superior todos os impactos do mundo, e isso nos atinge, nos derruba. É como se uma árvore tentasse vencer o vento pela força das folhas e não pelo enraizamento. Simplesmente não faz sentido, mas é exatamente esse comportamento que nós normalmente adotamos.

Enquanto não trabalhamos nosso interior para essa mudança de comportamento, não conseguimos ceder fisicamente. O corpo reflete aquilo que o interior permite. E não é um processo rápido. Cada um leva o tempo que lhe couber para essa mudança. Precisamos abandonar o imediatismo porque ele nos atrapalha o caminho. Na busca do Tao, nenhum atalho serve. Nossa mania de procurar sempre opções rápidas e resumidas, não serve. Porque o caminho que seguimos segue o ritmo da Natureza, e nada nela se apressa. As coisas levam o tempo que tiverem que levar. É impossível acelerar o amadurecimento de uma fruta, a formação de um bebê, o ciclo da lua, a duração do dia. Quando buscamos atalhos, é porque esquecemos que as forças que regem todo o Universo, também nos rege. Não temos o poder de andar à frente dele. Andamos junto com ele, porque fazemos parte dele. Estamos em contato, colados, continuando e seguindo – assim como fazemos na prática do Pushing Hands.

Até pouco tempo atrás eu tinha a sensação que o estudo do Tao era como uma nova lente na frente dos meus olhos, e que por essa lente eu começava a rever todas as coisas que acreditava conhecer até então. Hoje, ao contrário, sinto que o estudo do Tao é justamente a retirada de todas as lentes que eu tinha para enxergar o mundo. O estudo do Tao é a busca de ler o mundo da maneira mais crua, essencial, verdadeira possível.

Também sinto hoje que eu tenho um Norte a seguir. Antes eu me sentia um tanto à deriva, sobre todos os aspectos da vida. Sentia que eu estava sempre à mercê das circunstâncias. Agora eu tenho um grande Norte que me orienta e que me deixa segura de que minhas escolhas são baseadas em algo realmente verdadeiro, e não apenas nas minhas vontades momentâneas. Porque nós somos seres muito volúveis e inconstantes, mas a prática de energia e a reflexão diária acabam se tornando instrumentos poderosos para estabilizarmos nossa mente/espírito, anulando cada vez mais o ego e seguindo em frente sem nos distrairmos e desviarmos o caminho. E mesmo que isso aconteça, temos a dica de como retornar. Muito mais importante do que não errar, é manter a humildade de reconhecer e recomeçar.

Agora que completei meu primeiro ano como professora de Tai Chi, percebo o quanto é difícil as pessoas incorporarem na própria rotina uma prática que ocupa apenas alguns minutos do dia. No início, a única coisa que precisamos nos comprometer é a praticar a postura do Abraço da Árvore, diariamente. Isso realmente leva alguns poucos minutos, mas ainda assim a maioria das pessoas encontra dificuldade de pegar as rédeas do próprio tempo nas mãos, assim como eu também tive dificuldade no início. Mas se não dermos esse primeiro passo, aparentemente simples, que é começar a ter constância (assim como todas as coisas da Natureza), de que forma os próximos ensinamentos poderão de fato chegar até nós?

Eu sinto um grande prazer em poder dar essas aulas, porque sei que estou entregando para as pessoas uma chave que pode abrir muitas portas se elas a pegarem nas mãos. Digo isso porque tenho tido a experiência no meu próprio corpo sobre todos os benefícios que tenho recebido desde que comecei a me dedicar a esse caminho:

– Eu saí de um estado permanente de irritação e descontentamento, me tornando uma pessoa muito mais tranquila e tolerante;

– Nunca mais tive crises de síndrome do pânico (era algo que simplesmente me impedia de viver em paz);

– Curei uma série de infecções urinárias que me levaram a um estado ainda pior de pânico porque a medicina tradicional ocidental não conseguiu resolver com nenhum remédio;

– Melhorei minha capacidade de concentração (sempre fui muito dispersa para aprender e escutar os outros);

– Já consegui estabilizar consideravelmente minha coluna cervical (tenho duas hérnias de disco na cervical, que há anos me geravam enxaqueca a ponto de vomitar de dor, tontura, pinçamentos constantes, muita dor e limitação de movimento). Diria que hoje esses sintomas já diminuíram 80% e eu sigo me dedicando para melhorar ainda mais;

– Minha TPM tornou-se muito mais amena, sem grandes oscilações de inchaço e nem de irritação;

– Sinto muito menos frio. Antes eu tinha os pés sempre muito gelados, mesmo usando mais de uma meia. Eu tinha a sensação de “frio nos ossos” dos pés, e isso passou;

– Estou com a imunidade mais alta. Eu era muito vulnerável para pegar gripes e resfriados.

Esses são alguns exemplos. Mas eu resumiria tudo isso dizendo que encontrei uma maneira de ficar em paz internamente, e que me sinto muito grata por ter a chance de reparar a tempo os danos que permiti que meu corpo sofresse até aqui. Hoje tenho a consciência de que saúde (em todos os aspectos) é algo que se cultiva, e não que se gasta até que seja preciso remediar.

Nossa cultura é muito baseada no excesso. Usamos e abusamos do nosso corpo, até que a bateria descarregue, e então adoecemos, nos remediamos com drogas, e recomeçamos o ciclo de gastar até a última gota de energia, para então novamente adoecermos… E assim seguimos esse padrão, entendendo ele como algo normal. Mas normal mesmo é ter saúde sempre. E isso nós podemos aprender a cultivar. A maioria das pessoas só pensa na saúde quando sente que ela está muito abalada, e isso eu aprendi pela minha própria experiência.

Dia desses, observando de canto de olho o professor executar o exercício que chamamos de “Reforço”, percebi que ele fazia de uma forma muito diferente de nós alunos. Quando perguntei a ele o motivo, ele disse que naquele momento sentiu que a energia já estava fluindo, e que então não precisava de todos os movimentos que normalmente nós fazemos. Achei muito interessante perceber que os mesmos exercícios têm muitos níveis de entendimento, dependendo do estágio em que você se encontra. Na prática do Tai Chi não existe essa frase “já entendi esse exercício”, ou “já o conheço o suficiente”. Todo material do Tai Chi pode e deve ser revisitado sempre, porque a nossa percepção sobre cada exercício irá se modificar e evoluir na medida em que avançamos. Culturalmente, toda nossa organização de estudos é baseada em conteúdos que assimilamos, superamos e passamos para o estágio seguinte. Mas o treino de energia não segue essa lógica. Não existe linha de chegada, conclusão de curso. É um estudo como uma caminhada, e não como uma competição de corrida.

O Professor sempre diz “o Tao é sempre justo”. Quanto mais você se entrega e pratica, mais benefícios ele te dá. Diferente da sociedade. A sociedade não é justa. Socialmente pode ser que você se esforce e se dedique muito, e ainda assim não obtenha benefícios ou sucesso. Mas o Tao é justo, porque ele é anterior a qualquer construção social. Ele é aquela verdade essencial que está por trás de todas as lentes que recebemos para ler o mundo.

Eu me sinto muito grata por ter a oportunidade de aprender coisas tão importantes, que transformaram profundamente minha qualidade de vida e minha relação com meu corpo e com o mundo. E me sinto igualmente grata por poder transmitir isso às pessoas que procuram a aula de Tai Chi. Essa função me dá um sentido. Sabe quando você está na rua e alguém te pede uma informação que você não sabe exatamente a resposta? Você sabe que o lugar que ela procura fica meio por alí… você vasculha sua cabeça e não consegue encontrar a direção certa para dar… você queria muito saber para ajudá-la, afinal você sempre esteve naquela região, mas acaba de descobrir que não a conhece tão bem a ponto de orientar o outro. Por fim você pede desculpa e diz que não sabe. Eu me sentia assim depois de anos como professora de outras práticas corporais: Frustrada por não conseguir orientar o caminho. Eu conhecia o corpo, mas faltava alguma peça.

O estudo de energia me abriu então essa porta, e enquanto sigo caminhando e aprendendo, posso fazer o convite àqueles que buscam ajuda: “Você pode vir por aqui junto comigo”.

 

06/04/2017 Flávia Lucato

E-Mail: flavia_lucato@yahoo.com.br

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