PROBLEMA DE PRÓSTATA, ELEVAÇÃO DO PSA, INSÔNIA, CANSAÇO, ANSIEDADE E ETC.

PSA

Em meados de outubro de 2015, após exames médicos, check up anual, houve suspeitas que tivesse sério problema em minha próstata, pois havia uma progressão nos índices de PSA, ou seja de 5,30 em 2014 para 6,83 em 2015.

Em vista dessa elevação do PSA o medico sugeriu que fizesse um exame de Ultrassonografia com Biópsia, isto me assustou pois amigos já tinham feito e me relataram como esse exame é incomodo e assustador, pois dependendo do resultado o tratamento é muito severo.

Em conversa com o Prof. Tsai, ele percebeu a minha preocupação e me tranquilizou, disse que minha energia estava baixa e pediu que marcasse algumas sessões de acupuntura e também continuasse com os treinos de Tai Chi.

Passados mais ou menos 45 dias, ao fazer os exames preparatórios para a realização da Ultrassonografia, qual não foi a minha surpresa ao constatar que o índice do PSA tinha caído para 4,69.  Em conversa com o meu médico ele disse que dependendo do dia do exame pode sim haver alguma alteração, mas que como o exame já estava marcado que seria bom que eu o fizesse pois desta forma dirimiria qualquer dúvidas a respeito.

 

Em janeiro deste ano fiz a Ultrassonografia e os resultados foram todos normais e sem necessidade de qualquer tratamento.  Acredito seriamente que as sessões de acupuntura e os treinos de Tai Chi colaboraram para isso.

Quero agradecer ao Prof. Tsai pela atenção e paciência que teve comigo nesse tempo todo pois sem a sua ajuda e dedicação não teria ido tão confiante fazer os exames.

 

23/02/2016  LUIZ NANAO IKEDA

E-Mail: luiznanao@gmail.com

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TAI CHI MELHOROU MEU ESTUDO, INSÔNIA, RINITE, BAIXA IMUNIDADE, ENERGIA BAIXA, CONCENTRAÇÃO E ETC.

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  Sabrina e a Mãe Marcela

Tenho muitas coisas pra contar mas difícil saber por onde começar. Antes de praticar tai chi minha vida era “normal” ou pensava que era. Estudava, fazia exercícios físicos, às vezes tinha insônia e minha notas eram acima da média. Uma vez ou outra ficava doente mas toda semana tinha crises de rinite. Com o passar do tempo, essa vida cotidiana começou a me preocupar um pouco. A insônia que as vezes acontecia começou a virar parte das minhas noites em claro, já não tinha mais animo para fazer atividade física (estava muito cansada) e as notas que antes me orgulhava já me deixavam chateada agora. Minha imunidade pareceu que tinha desistido de mim, vivia Doente e a rinite já era “parte” de mim. Foi aí que eu percebi que eu precisava de ajuda recorri a minha mãe sabia que ela fazia tai chi. A minha mãe teve problema nas costas e o tai chi ajudou muito, parecia outra pessoa. Sem outras alternativas perguntei para minha mãe se eu poderia participar das aulas de tai chi, ela super animada disse sim. Antes de frequentar as aulas eu não acreditava muito porque não era uma medicina tradicional que você ve nos hospitais. Fiz a primeira aula e já vi os resultados consegui dormir que nem um bebê! Quanto tempo que eu não dormia assim tão bem! Aula vai aula Vem, vi que minha vida começou a melhorar E muito tanto do seu sentido escolar quanto pessoal. Minhas notas voltaram a aumentar, consegui dormir, tinha ânimo para fazer exercícios e já não ficava tão doente constantemente. Além disso eu percebi que tanto a minha energia estava voltada para positivo que consegui me relacionar melhor com as pessoas e dessa forma conseguir fazer novas amizades porque antes eu era uma pessoa muito fechada! Hoje eu já não consigo praticar tai chi no centro taoísta por conta dos vestibulares tenho que estudar muito, mas não nunca deixei de praticar tai chi em casa porque essa pratica é algo essencial para sua vida Como beber água. Permita o tai chi entrar na sua vida como eu permiti!

26/02/2016   Sabrina Cheng

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 79 . Aula de Tai Chi – 20/02/2016

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O que é ser frágil? fraco? Como identificar o forte? Porque identificamos fraco e forte, qual o motivo dessa comparação? Olhamos superficialmente as coisas, pessoas e concluimos que essa/esse, isto ou aquilo é frágil, fraco. Fazemos um julgamento com base em padrões pré-definidos e não olhamos com detalhes o que está na nossa frente, não tentamos entender o outro, seus motivos, objetivos, seja um objeto, pessoa, animal. Fomos acostumados a estabelecer padrões e não notamos a singularidade de cada um, quando olhamos atentamente, nos colocando no lugar do outro e procurando entender realmente seus pensamentos, motivos, quando falo entender e se colocar no lugar do outro, é olhar o outro com sua forma de pensar, suas características, forma de agir, experiências, temos a mania de “se” colocar no lugar do outro com nossos pensamentos, ações e não entendemos o porque disso ou aquilo, se começarmos a realmente compreender o outro, começamos a compreender a nós mesmo e identificar a verdade do fraco e forte. Afinal novamente pergunto, o que é ser fraco, frágil, forte? Temos a água que julgamos frágil, fraca e ao mesmo tempo ouvimos o ditado: “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Forte, fraco, são conceito que inventamos para diferenciar coisas, pessoas, devemos deixa-los de lado e olhar com atenção a situação e tudo o que está envolvido nela, olhar pequenos detalhes, aqueles que muitas vezes não olhamos, evitar padrões, conceitos, julgamentos. Fazendo isso veremos que não há necessidade de identificar forte, fraco, feio, belo, bom, ruim, bem, mal, isso, aquilo e entenderemos que se é assim hoje, pode não ser amanhã e tudo é muda.

 

26/02/2016   Gabriel Mondin

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 79 . Aula de Tai Chi – 20/02/2016

Em situações de conflito brigas e desentendimentos, muitas pessoas tendem a guardar mágoas, rancores e passam a achar que a outra parte está em alguma forma de débito consigo. Elas acham, ao final das contas, que a outra pessoa está lhe devendo algo.

Lao Tsé, no entanto, nos ensina que este tipo de comportamento não está de acordo com o Verdadeiro Tao, O Tao Celestial.

 

Este tipo de conduta leva a pessoa a gerar uma série de desarmonias em vários âmbitos de sua vida. Essas desarmonias, por sua vez, acabam gerando uma série de bloqueios na pessoa, que, por fim, resultam nas consequências físicas que se consolidam nos mais variados tipos de doenças. Tanto físicas quanto psíquicas.

 

Por isso o sábio jamais busca se vingar ou cobrar algo daquele que, de alguma forma, pretendeu ofender ou prejudicá-lo.

 

O sábio deixa as coisas fluírem e de seu ego se desvincula. Portanto, qualquer ofensa ou atitude contra ele tentada, ele já não mais a toma como sendo sua.

 

Assim, se torna indiferente a isso e não busca nenhuma cobrança ou reparação.

 

Lao Tsé, para ilustrar esse ensinamento, compara a uma pessoa que, mesmo tendo um contrato que possa ser executado a seu favor, jamais se faz valer disso para buscar algum tipo de justiça ou cobrar o que supostamente lhe devam. Ele não faz valer o “lado esquerdo” do contrato.

 

E, seguindo assim, jamais pensando em se vingar ou buscar o que lhe fosse devido, as coisas sempre lhe acontecem de forma favorável e natural, sem precisar utilizar-se da ação e agindo sempre pela “não ação”.

 

Já as pessoas que guardam rancores e procuram manipular e agir sem medir as consequências, a fim de resgatar sua suposta justiça, acabam, no final das contas, seguindo o Tao do Homem e sendo as únicas prejudicadas. Geram mais desentendimento, desarmonia e doenças, para si e para os outros.

 

Portanto, o sábio não busca recompensas e compartilha sua virtude para o benefício dos demais irmãos.

 

À luz desse ensinamento, o Professor Tsai comentou que o maior exemplo Taoísta que ele viu em toda sua vida foi o grande mestre Liu Pai Lin (seu mestre), que sempre compartilhou sua virtude com as pessoas e buscou ajudá-las no que precisassem.

 

O Tao do Céu não tem preferências, não racionaliza e nem escolhe um em prejuízo do outro. Ele simplesmente corresponde conforme a pessoa se integra e se sincroniza a ele.

 

O Tao do Céu é justo sem precisar fazer justiça.

 

Sigamos o caminho do Tao tranquilos, “desinteressados” e sem ansiedade.

 

Um dia alcançaremos sua realização.

 

26/02/2016   Paulo Ricardo

E-Mail:  paulobonciani@hotmail.com

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Capítulo 79

 

Quando tentamos resolver um rancor, seja tentando abafá-lo dentro de nós mesmos ou fazendo acordos racionais com todas as partes envolvidas, sempre restará um pouco de ressentimento. Isso porque, sem o Caminho, o coração assimila o mundo numa dualidade que não se funde: certo e errado, justo e injusto, “eu e os outros”. E se guardarmos rancor dentro de nós, em algum momento ele irá se manifestar, ou em comportamentos agressivos, ou em forma de enfermidades.

O Tao nos ensina que a raiz do rancor está justamente nessa dualidade, porque diante de um problema, a reação será tentar compreender as diferenças para “tomar partido” de algum dos lados, em vez de buscar a concordância, livre do ego.

Através das práticas espirituais podemos dissolver esse ego e manter um coração sem rancores. Assim poderemos agir bem, atuando no mundo de forma equilibrada e de acordo com as Leis da Naturalidade.

Tomar o Sinal Esquerdo significa seguir o perfeito caminho do coração. Quem tem Virtude, se orienta pelo sinal. Quem não tem, se orienta pelo vestígio. O sinal é interior e habita o coração da pessoa. O vestígio é exterior, como um rastro de alguma relação que não conseguiu se sustentar em harmonia. Provavelmente todos nós já tivemos experiências de encontros e desencontros que nos deixaram alguma marca ou alguma pista do que seria uma fusão completa como as águas dos rios ao chegarem no mar. E cabe a nós, praticarmos e seguirmos o Caminho para não mais nos orientarmos por esses vestígios, e sim pelos sinais.

Ao tomar o Sinal Esquerdo, o Homem Sagrado pode ajudar o próximo, porque tem solidez no seu caminho para poder oferecer algo aos demais, sem ego e sem esperar nada em troca, assim como nos contou o Professor Tsai, sobre a bondade do coração de seu Mestre.

O Caminho do Céu não discrimina qualquer existência, e por isso não cria intimidade: Porque age no mundo em abrangência, tolerância e aproximação, sem negligenciar nada e nem ninguém.

 

25/02/2016 Flávia Lucato Castardelli

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 78 . Aula de Tai Chi – 13/02/2016

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A Virtude da Água

Nesse capitulo, Lao-Tsé ensina que nossos atos deveriam ser todos baseados nas virtudes da Água. Na Natureza nada é tão suave, branda e tolerante como a Água.

O Tao mostra que a água ao mesmo tempo que é suave e calma, pode ser forte e destrutiva. A mesma água que traz paz, traz destruição. A mesma água que é pura, carrega todo lixo e sujeira. A água que dilui e purifica, pode ter a força capaz de cortar até mesmo a mais rígida pedra. A fraqueza da água vence a força e a suavidade vence a dureza. Como diz o ditado popular: “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.”

A Água está presente em todas as formas de vida do planeta. Desde os seres mais puros e límpidos até os mais sujos e impuros.

A Água é humilde pois não fica no topo, no lugar mais alto, contrário ao ser humano que sempre quer o Pódio. Ela não quer o pico das montanhas, fica onde ninguém deseja ficar, nos vales. Quando ela nasce corre direto para a terra, para os buracos, entra nas fendas mais estreitas, se esconde. Ela se doa sem exigir nada em troca.

O Tao nos ensina que como a Água, devemos ser humildes, servir sem esperar a troca, o retorno. Nunca almejar o topo, doando-se sem esperar nada de volta.

A Água desloca-se sempre pelo caminho mais fácil, que não quer dizer que é o mais curto, nem o mais tranquilo. Ela segue pelo caminho natural.

Como o Prof. Tsai já ensinou, o Homem sempre escolhe o caminho mais curto, onde dispensamos energias que poderiam ser utilizadas de outras formas, para outros fins, ou até mesmo poupadas.

A Água flui naturalmente e quando encontra uma pedra ou obstáculo pelo caminho, ela não para ou perde sua energia tentando vence-la ou arrasta-la. Ela simplesmente contorna a pedra ou o obstáculo e segue seu caminho, mantendo seu fluxo.

E assim o Tao ensina que na Vida tudo é fluxo constante. A vida é uma constante mudança, para uma evolução pessoal e espiritual. Como a água, o fluxo da vida não é se deixar levar simplesmente mas sim, aproveitar o que for necessário e eliminar o que não serve mais.

Como a Água devemos fluir por onde é possível. A Água não pensa na distância ou nos obstáculos que poderá encontrar pela frente, ela flui em direção do seu objetivo. Ela não tem Ego ou fica ansiosa, nem se aborrece. Ela sabe que seguindo seu caminho, de uma forma ou outra, chegará ao seu destino, independente da distância a ser percorrida.

E mais uma vez o Tao mostra como devemos seguir em nossa vida: O fluxo de Vida se inicia quando temos um sonho, um objetivo, isso nos dá motivação e força para seguir, nos dá um sentido na Vida. Devemos seguir o caminho sem se preocupar com a distância, desviando dos obstáculos, apenas fluir.

Da mesma forma, quando a água encontra um buraco ou desnível, ela cai para o fundo ficando lá, acumulando-se até que possa atingir a borda. Somente quando o seu nível se eleva até que possa ultrapassar novamente a borda preenchendo todo o buraco, ela consegue sair. Desta forma está pronta para seguir seu caminho e continuar sua missão.

O Tao ensina que devemos ser como a Água: quando encontramos uma situação de dificuldade, muitas vezes sentimos que estamos no fundo do poço. Lá ficamos, esperando, acumulando conhecimento, apreendendo com nossos erros e utilizando esse tempo a nosso favor. Até que alcancemos a borda do poço para sair e seguir nosso caminho. Como lição de vida aprendemos que com Calma e Paciência, ganhamos confiança para continuar a fluir.

O Prof. Tsai sempre nos fala que na água turva, agitada não vemos seu fundo ou sua pureza. Assim como em um agitado não podemos ver seu fundo, em uma mente agitada e confusa, não podemos ver claramente o que está adiante. Mas quando a água se torna calma, tranquila, em repouso, ela fica cristalina. Da mesma forma também é nossa mente. Quando aquietamos nossos pensamentos, encontramos as respostas para todas as nossa dúvidas. Exemplo claro de como dizia Albert Einstein: “Você não pode resolver um problema como o mesmo estado de espirito que o criou”.

O Tao nos mostra a dualidade da Água: a mesma água calma, tranquila e serena deve ser respeitada ou poderá ser tornar uma ameaça terrível. Movimentar seu curso, destruir seu caminho, represar sua força ou usa-la de forma irresponsável, pode trazer grandes consequências. A Água exige respeito e não devemos menosprezar sua força.

O exemplo mais recente e ainda vivo em nossas mentes é o caso da barragem que se rompeu em Mariana – MG. Milhões de litros de água calma, parada, devastaram a cidade inteira trazendo consequências irreparáveis até hoje para todos. Outro exemplo são as chuvas, que representam milímetros de água, quando medidas num pequeno espaço de terra, mas que são terrivelmente destrutivas, quando acumuladas em grandes quantidades sem ter para onde escorrer. A água acaba levando tudo que encontra pela frente e ela está apenas seguindo seu caminho….

Se pensarmos mais a fundo, entendemos como a Água é única. A mesma água que bebemos hoje, já foi Chuva, Rio, Gelo, Vapor, Lagrima, Orvalho, Urina e Mar. Sua origem remota as estrelas, ao Cosmos. Nela contem simplesmente toda a história do Planeta. A Água é sábia, é sagrada.

A Água pode ser líquida, gasosa ou solida.

Ela é mutável, se adapta ao ambiente que está.

O Tao ensina que assim devemos ser também. Nosso estado de paz, de bem estar, de equilíbrio e evolução está ligado a nossa capacidade de adaptação ao meio, sem mudarmos nossa essência.

Devemos suportar os males, sujeiras, obstáculos e se nos tornarmos sábios como a água, permanecendo serenos na dor, o mal não entrará em nossos corações. Se nos permitirmos fluir como a água, tudo se acalmará e se resolverá.

Entretanto, os Homens, os Governantes não enxergam desta maneira e agem de forma contraria, tirando tudo do povo, agindo contrários ao fluxo Natural da Vida, o que só traz sofrimento ao Povo.

 

29/02/2016  Leticia Sayuri

E-Mail: leticia_sayuri@hotmail.com

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A Virtude da Água

 

A água é elemento mais flexível, maleável e suave da natureza. É adaptável a qualquer forma onde está contida e pode tranquilamente fluir por qualquer fresta, caminho ou passagem independentemente de seu tamanho.

 

No entanto, nem os materiais mais duros podem “vencê-la”. A água, pela ação da erosão realizada com sábia paciência e indiferença ao longo dos tempos, no meio natural tende a corroer e desgastar qualquer material, desde rochas vulcânicas e calcárias a até mesmo estruturas de ferro e concreto feitas pelo homem.

 

Outro exemplo interessante da força deste elemento tão maleável e destruidor são os instrumentos de corte de materiais rígidos, utilizando-se de potentes jatos de água.

 

Por fim, mais um caso que ilustra muito bem a grande força deste elemento é o Tsunami que atingiu o Japão há pouco tempo, que, com sua ação destrutiva, dizimou cidades inteiras.

 

Portanto, a princípio a água parece ser fraca, mas pode vencer os materiais mais rígidos.

 

Lao Tsé, estando atento à natureza peculiar da água, observou que este é o princípio básico que rege a universalidade das coisas, sendo, portanto, o princípio do Tao Celestial.

 

E a partir desta observação, Lao Tsé nos ensina que a suavidade sempre vence o inflexível, e como este é um princípio universal, nós podemos levá-lo para todos os aspectos de nossa vida..

 

Nos “tornando água”, podemos atuar com mais harmonia, conexão e sabedoria, tanto na relação com as pessoas, como com as coisas, situações , problemas do dia-a-dia etc, jamais provocando conflitos e desgastes.

 

Saberemos ter a suavidade suficiente para nos adaptar às mais diversas situações, encontrar a melhor forma de nos integrar a elas e atravessá-las por seu ponto de menor resistência, assim como a água ao longo dos tempos que esculpe os rios por entre os vales.

 

Atuando dessa forma, evitaremos uma série imensa de desgastes energéticos em nossas vidas, o que certamente contribuirá para que tenhamos mais paz, harmonia e saúde em nossas vidas.

 

O Professor Tsai nos ensina que quando estamos com a energia fluindo corretamente as coisas naturalmente vão se harmonizando em nosso interior e consequentemente se refletindo em nossas relações com o mundo exterior. Sempre nesta ordem: ajustando-se primeiramente a vibração e a qualidade de nossa energia, para depois, com ela fluindo corretamente, os demais aspectos de nossa vida irem entrando naturalmente nos eixos.

 

Portanto, praticando a virtude da água, sendo flexíveis e buscando os pontos de menor resistência, nós não só podemos evitar desgastes energéticos como podemos também nos harmonizar, absorver mais energia e consequentemente ter uma vida mais feliz, tranquila, em paz, com saúde e sabedoria.

 

Não devemos nos esquecer de que o Professor Tsai não nos cansa de dizer que devemos ser flexíveis e suaves em nossos treinamentos, evitando a dureza muscular e rigidez do corpo enquanto executamos os exercícios e meditações, para que possamos evitar os bloqueios e propiciar uma soltura que permita o fluir de energia, sobretudo a descida de energia do “Lin Tai” ao “Tan Tien”. Praticar isso, inclusive nas demais atividades do dia-a dia, é realizar a virtude da água.

 

No entanto, Lao Tsé nos adverte que são muitos os que sabem disso, mas poucos os que conseguem realizar, pois a maioria dos homens age com dureza e imposição, praticando o Tao do Homem. O homem geralmente não age de acordo com os princípios naturais. É sempre duro, rígido e imponente.

 

Além deste aspecto, o sábio diz que quando um país tem problemas é obrigação principal do governante fazer com que as coisas fluam corretamente para que eles sejam resolvidos. Mas, como geralmente estes governantes não praticam o Tao Celestial, ao invés de eles auxiliarem o povo, eles acabam tirando o que resta dele. Agem contra o povo, contra o fluir natural das coisas, gerando ainda mais pobreza e sofrimento.

 

Sejamos água, pratiquemos o Tao Celestial e nos tornemos justos, saudáveis e felizes.

 

16/02/2016   Paulo Ricardo

E-Mail:  paulobonciani@hotmail.com

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 77 . Aula de Tai Chi – 06/02/2016

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 77 . Aula de Tai Chi – 06/02/2016

 

O Tao Celestial:

 

Lao Tsé nos ensina que o Tao Celestial pode ser entendido como um arco de atirar flechas, no que diz respeito à forma como rege os eventos do universo, em relação às suas leis de compensação, equilíbrio e harmonia.

O Tao, aliás, é mais do que o regente da natureza: ele é também a própria natureza.

Veja que ao querer acertar um alvo, você deve mirar exatamente nele, devendo fazer as devidas compensações caso esteja fora da mira: se estiver muito pra cima, deve-se abaixar um pouco. Se apontar mais pra esquerda, deve-se ir um pouco mais pra direita e assim por diante.

Veja que este pequeno exemplo se estende a todos os aspectos da natureza: o Tao sempre encontra uma maneira de compensar as coisas a fim de facilitar o fluir de energia, favorecendo, assim, a manutenção da vida.

Como exemplo disso o Prof. Tsai cita o Nordeste do Brasil, que é uma região quente onde nascem côcos de forma natural. A água do côco possui uma vibração de energia mais fria, proporcionando àqueles que a bebe, uma compensação natural da energia excessivamente quente que recebe quando está no Nordeste.

Já no Sudeste do Brasil, onde já não é tão quente, o côco não é indicado para ser consumido. O côco não nasce naturalmente em São Paulo por não ser necessário para restaurar naturalmente a energia de quem vive neste ambiente.

A natureza faz brotar somente o que for necessário, de acordo com a necessidade energética. A natureza é econômica.

 

O Tao do Homem:

 

Já no Tao do homem alece essa “justiça natural” do Tao Celestial.

No Tao do homem há uma distribuição desproporcional de energia e demais recursos, em vários âmbitos, o que gera desarmonia, infelicidade, e consequentemente doenças e eventos desfavoráveis à vida.

Lao Tsé nos lembra que aquele que tem pouco acaba sendo o que mais doa, e aquele que mais tem, é o que mais recebe do que menos tem.

Isso pode ser notado muito facilmente no Brasil, onde, por exemplo, há politicos muito ricos e que cada vez mais recebem mais e lucram em cima do povo, que no final acaba sempre pagando a conta.

O santo (quem compreendeu o Tao) dá o excedente a quem não tem, pois está sincronizado com a natureza e não mais precisa de tantas coisas para ser feliz e realizado.

Por isso ele faz o bem e não tem necessidade de reconhecimento ou compensação pelo que fez.

Ele está livre dessas necessidades e muletas do ego.

Ele simplesmente faz o que tem de ser feito e se retira.

Quando ouvi o Professor Tsai comentar isso na aula, imediatamente me lembrei do Mestre Pai Lin, que fez exatamente dessa forma. Ensinou o que devia e humildemente se retirou.

Lao Tsé, após escrever o Tao Te Ching, também se retirou imediatamente, sem ter recebido qualquer elogio, compensacão ou gratidão.

 

13/02/2016   Paulo Ricardo

E-Mail:  paulobonciani@hotmail.com

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Capítulo 77 – o Tao do céu

 

O Tao do céu é como um arco-flecha.

Está na medida certa.

Se você empina o arco para cima, a flecha atinge acima do alvo desejado.

Se você mira o arco para baixo, a flecha cai abaixo do alvo desejado.

Se o arco estiver muito frouxo, a flecha não receberá o impulso necessário para atingir o alvo.

O Tao do céu complementa aos que necessitam, dá para quem não tem.

 

O Tao do homem é diferente, é anti-natural.

O homem por sua essência materialista, tira dos que pouco têm para aumentar dos que já têm.

Assim, o rico fica mais rico e o pobre fica mais pobre.

O poderoso fica mais poderoso e o oprimido mais oprimido.

 

Ao observarmos a natureza podemos ver a perfeita harmonia do Tao.

Cada um no seu papel, naturalmente encaixada em suas incumbências.

De um lado podemos ver uma enorme árvore frondosa,

Por outro lado, podemos observar as singelas (e aparentemente insignficantes) gramíneas.

Todas exercendo o seu valioso papel dentro do seu minicosmo, proporcionando a grande harmonia do macrocosmo.

 

O sábio sabe o verdadeiro caminho do Tao

Respeita a natureza. Não é egoísta, arrogante; compartilha.

Dá aos fracos e oprimidos, sem se vangloriar.

Ao aprendermos a seguir a mãe natureza, seguiremos o Tao, atingindo a paz de espírito, a serenidade que tanto procuramos.

12/02/2016  Iracema Ioco Kikuchi Umeda

E-Mail: iikumeda@hotmail.com

*Texto elaborado por aluna Iracema Ioco Kikuchi Umeda.

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Capítulo 77

 

Para lançar uma flecha é preciso ajustar o arco: aproximar as extremidades da haste de madeira com o puxar da corda para trás. Desse modo, a parte que era mais rígida (madeira) revela sua flexibilidade, e a parte que era mais frouxa (corda) mostra sua rigidez. Tudo deve se completar de maneira equilibrada para que a flecha não seja lançada nem muito para cima, nem muito para baixo.

Esses ajustes também devemos fazer com naturalidade em relação ao nosso próprio corpo e a tudo que se manifesta neste mundo: Aproximar os extremos que se encontram afastados, diminuir as sobras e completar as insuficiências. A Natureza funciona na perfeição dessas compensações, assim como o homem que segue o Caminho, porque ele também é parte dessa Natureza que opera em expansão e recolhimento, igual ao arqueiro operando o arco.

Precisamos assimilar essa sabedoria e caminhar de acordo com o Tao, abaixando o que é superior e elevando o inferior, aproximando os extremos e equilibrando o que está desequilibrado. Atualmente o homem atua no sentido contrário, elevando mais ainda o que já está elevado e abaixando mais ainda o que já está em escassez, afastando assim os extremos e aumentando o desequilíbrio. Se conseguirmos aplicar os princípios da Natureza no nosso cotidiano, saberemos administrar alimentação, sono, trabalho, dinheiro.

As únicas pessoas que possuem sobras para oferecer ao mundo, são as que possuem o Caminho. São aquelas livres do ego e que agem em sintonia com a Natureza; que cultivam as virtudes e se dedicam às práticas espirituais interiores – que não deixam de ser um constante lançar de flechas para dentro de si. Quando alinhamos nossas posturas nos treinamentos, somos arqueiros buscando o equilíbrio do arco.

Uma vez que o arqueiro alinhou seu instrumento, tudo que ele precisa fazer é soltar a flecha para que ela cumpra seu trajeto até o alvo.

Uma vez que nós alinhamos nossas posturas, tudo que precisamos fazer é também soltar o corpo e deixar que a Natureza aja. Com dedicação a essa busca, poderemos aprender a reconhecer e ler os sinais do Universo, agindo em perfeita sintonia com ele.

 

10/02/2016 Flávia Lucato Castardelli

E-Mail: flavia_lucato@yahoo.com.br

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Na explicação desse capítulo pelo Mestre Tsai vemos quão atual e importante são os ensinamentos do Tao.

O Homem tem se comportado como mero executor de tarefas e age como se estivesse num sono profundo, com total incapacidade para refletir sobre suas ações, é como máquina programada para executar.

Não existe atalho, enquanto o Homem não entrar em sintonia com o caminho que o conduzirá a verdade, ele apenas patinará em seu próprio erro.

O Mestre Tsai explica que o caminho do Tao é como o endireitar do arco, se ele não estiver na posição correta, certamente não seguirá seu fluxo natural.

Um governo que favorece os mais ricos e desfavorece os mais pobres não está em conformidade com seu povo e a consequencia é sempre desastrosa.

Ora, por que então o Homem insiste em andar na direção contrária? Bem, ele não enxerga que sua vaidade, ego e dogmas o afastam do caminho do céu.

Em contrapartida, quando o Homem entende que seu interior será aperfeiçoado a medida que abre mão de suas verdades incontestáveis, naturalmente entra numa sintonia que transcende a desse mundo.

A busca pelo equilíbrio é a mais sensata das decisões pois os exageros somente mostram o quão desordenada está aquela vida. O Homem peca por seus excessos.

Quando o Homem não se liberta do seu eu e age como se não houvesse o amanhã, além de limitar seu crescimento, bloqueia toda e qualquer ajuda que poderia ser direcionada ao carente.

O caminho do Tao é perfeito e quando o Homem entra em sintonia com este caminho deixando para trás o velho Homem, sua realidade e a das pessoas ao seu redor é lindamente transformada.

Este é o caminho do Tao, o caminho do céu.

 

08/02/2016  Priscilla Tanaka

E-Mail: priscillacasi@yahoo.com.br

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 76 . Aula de Tai Chi – 30/01/2016

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O capítulo 76 – Sobre a diferença entre rigidez e macies.

O professor explica que ao nascer o homem é flexível, frágil e cheio de vida, onde seus olhos brilham, emanando grande quantidade de energia; Já próximo a sua morte, o homem por sua vez, torna-se rígido, inflexível, pálido e duro.  Não só os homens são regidos por esta lei, as árvores e vegetais também.  Esses exemplos servem para a nossa própria vida, para nossa prática, ao passo em que sermos flexíveis e suaves no nosso modo de agir, ao lidar com outros seres, nos renderá muitos benefícios.  Para exemplificar: no treino de Tuei Sou, quando se está com os braços endurecidos, logo as dores começam a aparecer e a prática não flui. Já ao contrário, sendo macio, suave e sem pressa sua força é aumentada e a prática flui perfeitamente bem.

Já na segunda parte do capítulo, Lao Tse relata que os que são suaves e flexíveis estão no grupo voltado para a vida, o inverso, onde estão os rígidos e violentos, estão no grupo voltados para a morte. Em que os que são violentos e inflexíveis tendem a morrer primeiro.

Pode-se notar que ser suave, tranquilo, de acordo já com a ultima parte do capítulo, é estar em superioridade, ou seja, é melhor do que ser truculento; Agindo desta forma o praticante/buscador irá junto a natureza em direção a grande paz, longevidade e bem viver.

 

03/02/2016 Henrique Decimus

E-Mail: henriquethaicenter@gmail.com

*Texto elaborado por aluno: Henrique Decimus

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Flexibilidade? A cada ano que passa nos tornamos mais rígidos, jornais, revistas, televisão, internet, pessoas, o cotidiano, todos nos dizem que só os fortes vencem, mostram que devemos bater de frente, revidar, devolver.

Na nossa infância e juventude, o amor, paciência, alegria, leveza se mostram mais presentes, porque? Alguns dizem que nessa epóca da vida não temos responsabilidades, o capítulo nos faz lembrar que a verdade é que somos mais flexíveis, não somente física, principalmente uma flexibilidade mental. Aceitamos as mudanças que aparecem com mais naturalidade, procuramos as melhores alternativas mesmo em situações adversas, aprendemos com mais facilidade, fazemos coisas inesperadas, buscamos a felicidade. Com o passar dos anos vamos nos tornando rígidos, frases do tipo: “Já sei” – “Não quero” – “Não vou” – “Já conheço”, ou então acrescentamos o “SE” nas frases, “Só faço isso SE…” e no final são tantos “SEs” que ficamos paralizados.

Flexibilidade não é aceitar tudo e compreender as situações encontrando a melhor forma de conviver com elas.

Se pegamos um vidro cheio de pedras, ao tentar colocar mais pedras não é possível, o vidro já está cheio, se tentamos colocar água, vemos que ela vai se moldando e ocupando os pequenos espaços vazios.

Que sejamos mais flexíveis, compreendendo as diversidades, saindo da rotina, levando leveza, amor e sorriso em todas as situações.

 

04/02/2016   Gabriel Mondin

E-Mail: gabrielmondin@outlook.com

*Texto elaborado por aluno: Gabriel Mondin

http://www.centrotaoista.com.br

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O cap 76  do Tao faz uma comparação entre os opostos. De um lado, a suavidade e fragilidade ligadas ao nascimento e à vida. Do outro lado, a força e à rigidez ligadas à morte. Ao final, a suavidade se encontra em posição superior à força.

 

O recém-nascido em constante crescimento e transformação está conectado com sua essência. É molinho, flexível e suas energias fluem harmoniosamente.

 

Podemos aprender com o bebê.  Aprender a ser suave, a ter flexibilidade consigo mesmo e com as outras pessoas. Sentir essa energia nos pensamentos, palavras e ações. A suavidade poupa energia e abre novos caminhos.

 

A mudança e o crescimento interior requerem essas virtudes. Se estamos abertos e dispostos a aprender, necessitamos desenvolve- las.  É estar sempre renascendo e se redescobrindo.

 

Portanto, percebemos a importância de retornarmos à nossa origem, à essência. Desta forma, a fragilidade não é consequência de raízes fracas, de não estar conectado. É fruto da conexão interna, da unidade com a essência divina. E o crescimento se dá ao longo de toda a existência.

 

O contrário, quando a força e a rigidez dominam os movimentos da vida, pode resultar em bloqueios e estagnação física, psíquica, emocional e espiritual.

 

Estar receptivo, ter paciência e um bom coração podem nos ajudar  a conduzir a vida de forma mais suave e gentil.

05/02/2016     Kátia Rodriguez Richieri

E-Mail: katia@richieri.com.br

*Texto elaborado por aluno: Kátia Rodriguez Richieri

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Relato de Tao Te Ching capítulo 76 Fraqueza, Suavidade – Aula de Tai Chi de 30/01/16

-Quando a pessoa nasce é frágil e suave.
Aqui estamos falando de um bebê.

-Quando morre tudo fica duro, rígido.
Aqui estamos falando de um moribundo.

-Todos os seres vivos, tanto as plantas, como os animais ao nascerem ou brotarem são frágeis, fracos.
-Ao morrerem são secos, duros.
Observando a natureza reparamos que todos os seres vivos quando nascem são tenras, brandas e suaves, e quando se aproximam da morte, tornam-se gradualmente rígidas, duras e secas. E a relação que existe entre esses dois momentos extremos é a quantidade de energia vital que esses seres possuem nesses momentos. Ao nascerem os seres são cheio de vitalidade, tem grande quantidade de energia, enquanto que na proximidade da morte já está exaurida de energia.

-Porisso aqueles que são duros e rígidos pertencem ao grupo da morte.
-Aqueles que são frágeis e suaves pertencem ao grupo da vida.
Assim através do treino de Tai Chi e Meditação com suavidade procuramos circular e armazenar a energia vital no nosso corpo para sincronizar com a natureza e tentar permanecer no grupo da vida.

-Assim os soldados fortes com armas duras não vencem.
-A madeira quando fica muito dura quebra.
Quando faz guerra com uso de armas duras, ocorre muitas mortes e destruição, e assim que a guerra termina, os derrotados se preparam para se vingar dos vencedores, partindo para nova guerra e causando novas mortes e destruição, e assim sucessivamente. Portanto os soldados fortes com armas duras não vencem. É preferível resolver suavemente com negociação.
-Porisso qualquer coisa rígida e forte posiciona embaixo.
-Enquanto coisa fraca e suave posiciona em cima.
Porisso, através da meditação, com suavidade, ao assentar, acalmar e decantar tudo que nos incomoda, esvaziando o coração de ambição, apego às coisas, medo, ego, etc e sincronizando com a energia da natureza, nos tornamos mais suaves, e posicionamos em cima, com leveza.

 

06/02/2015   Kinjiro Sekiguchi

E-Mail: kinjiro2003@globo.com

*Texto elaborado por aluno: Kinjiro Sekiguchi

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