Relato do Tao Te Ching . Capítulo 81 . Aula de Tai Chi – 05/03/2016

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Capítulo 81 – Sabedoria e desapego

 

A sabedoria e felicidade não vêm das circunstâncias externas mas, sim do seu eu interior.

O sábio não discute política e progresso técnico, porque já sabe que não representam a verdadeira cultura.

A nossa missão neste planeta não consiste em realizações de vitrine, e sim em auto-realização que nutre a alma de bem-estar e promove a arte de compartilhar com todas as pessoas ao nosso redor, cidades, estados, país e o palenta.

Quanto mais dividir e ajudar os outros, mais nos fortaleceremos, é a lei da ação e reação.

O acúmulo de bens materiais é uma pseudo-realização porque é temporária.

A riqueza pode até comprovar as conquistas de um homem mas, não pode jamais substituir a saúde porque é tão difícil para o sábio adquirir riquezas – como é difícil para o rico adquirir sabedoria!
Agradecimento:
Este humilde relato descreve um breve histórico cronológico do estudo do Tao Te Ching, obra de Lao Tsé – filósofo chinês cosmo-consciente que segundo a lenda, pode ter vivido 150 a 200 anos.

 

Esta coletânea foi produzida baseada em relatos dos alunos do Centro Taoista de Cultivo à Longevidade. Nenhum livro traduzido em qualquer parte do globo possui esta análise tão rica em detalhes! É um presente divino que recebemos que nutre a alma, a mente e o coração!

 

Chegamos ao final do livro de 81 capítulos em 05/03/2016.

 

Em todos esses anos, sem pedir nada em troca, Prof. Tsai compartilha a interpretação do Tao Te Ching nas aulas de sábado com os alunos.

 

Com carinho, sempre interpreta um capítulo por aula. A cada parágrado lido, Prof. Tsai chama a atenção do alunos para refletir e analisar os cenários da vida, das pessoas, da política, da natureza, do trabalho,  da família, da saúde, de tudo o que está à nossa volta.

 

Ficamos muito concentrados com suas palavras que em algumas vezes,  nem sempre são bonitas, mas são tão sinceras que nos fazem repensar e mudar (como um pai que sempre quer o bem dos filhos para que mantenham seu saldo energético em dia).

Mas as palavras são verdadeiras e nos enche de motivação para melhorarmos cada vez como pessoas!

 

A vibração da felicidade é contagiante. Nós que o assistimos, percebemos nitidamente que seus olhos brilham durante a leitura minuciosa de cada parágrafo!

Na maioria das aulas, manifesta que seu coração se enche de orgulho e de alegria por manter a obra de seu Mestre viva. É muita dedicação e devoção!

 

Ao final dos comentários Prof. Tsai convida gentilmente os alunos para contribuir com os seus relatos para que possam refletir e compreender a obra do Lao Tsé através dos treinos de energia ensinados.

 

A participação começou tímida, sempre 1 aluno era escolhido por capítulo.

 

Hoje são de 3 a 4 voluntários (com vontade de escrever!).

 

Todos escrevem cada vez melhor porquê escrevem junto com o coração. O conjunto de textos descreve com clareza, o estado de espírito de cada um. Cada capítulo é ímpar e possui a essência das palavras que tocam, porquê, contêm corpo e alma de cada um de nós.

 

O trabalho de mestre Liu Pai Lin mesmo após a sua passagem deste planeta, continua: Prof. Tsai perpetua seu trabalho e o dedica com muito afinco diariamente e sempre diz aos alunos para manter disciplina e constância.

A obra do Mestre e de seu dedicado discípulo Escolhido pode ser comparada com a figura de uma árvore majestosa de tronco largo, raízes firmes, fortes fincadas no chão, bela copa verde sustentada por galhos, que à cada estação do ano é renovada com flores e frutos.

 

A natureza é sábia e provê tudo para manter a árvore naturalmente saudável sem nenhum custo ou cobrança. Todos os recursos são naturais e não são comprados por dinheiro ou cartão de crédito!

 

Do interior do fruto, as sementes que podem ser germinadas para gerar novas mudas que, no futuro se tornarão árvores para perpetuar a espécie.

 

Assim será! Em 15/06/2013, quando foi apresentado o 1º capítulo, selamos o compromisso de nos reunir em 2025 para registrar os benefícios em 20 anos de prática de energia (Clube 20 anos de cultivo da saúde e Longevidade)!

https://centrotaoista.wordpress.com/2013/04/30/20-anos-de-cultivo-da-saude-e-longevidade/

Ao final da leitura do 81º Capítulo, todos perceberam que a fórmula da felicidade em todos os aspectos (pessoal, financeiro e político) está identificada em cada  parágrafo. Cada linha possui 8 ideogramas. O número 8 é muito especial – os chineses adoram, porquê representa a prosperidade, fartura, fortuna crescente e infinita. E não é que o 8 deitado representa o símbolo do Infinito?

 

É o mesmo número das instâncias da vida no Feng Shui – arte de harmonização: trabalho, espiritualidade, família, prosperidade, sucesso, relacionamento/casamento, filhos/sonhos e amigos. Mas os 8 Guás só têm validade quando o centro estiver firmado: saúde – que fecha os 9 Guás. De que adianta ter tudo se não tivermos saúde?

 

Nada acontece por acaso! O desejo do livro se concretizou. Fiquei responsável de reunir a turma para escrever o rascunho do prefácio. Eu escrevia e jogava fora, combinava uma data e horário e sempre um imprevisto mas, não foi à toa … só se concluiu com o final da leitura do 81º Capítulo! Interessante, né?

Daqui a pouco, novas sementes do TAO ministrarão os cursos de Tai Chi. Estamos multiplicando!

 

O nível de compreensão e clareza alcançaram a maturidade e permitiu todas estas bênçãos! Gratidão imensa e eterna ao Prof. Tsai Shien Jong!

Muita Luz, Saúde e Prosperidade em todos os dias de sua Vida!

 

12/03/2016   Marcela Kwong

E-Mail: marcela_kwong@uol.com.br

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Não Competir, Não Ser Ganancioso, Não Pensar só em Si e Pensar mais em Outros

-Palavras verdadeiras não são bonitas,
-Palavras bonitas não são confiáveis.

Palavras verdadeiras são palavras que contém sinceridade, que vem do coração, como quando o pai repreende o filho, para educá-lo, ou quando o Prof. dá o “puxão de orelha” no seu aluno que perdeu o sincronismo com a energia da Natureza.
É como a ação da não-ação, isto é, uma ação pensando em bem de outro, sem segundas intenções.
É o contrário das palavras bonitas ditas, por exemplo, por um vendedor que enfeita com belas palavras o seu produto mais do que é na realidade: não tem credibilidade.

-Aquele que realmente sabe, não vangloria de conhecer tudo,
-Aquele que fala que sabe tudo, certamente não conhece nada.

Aquele que realmente sabe é aquele que realmente domina um assunto. Para dominar qualquer conhecimento, a pessoa precisa dedicar-se ao seu estudo, aprofundando a percepção com relação a detalhes e segredos do assunto, que pode levar a vida toda, não sobrando tempo para aprofundar em diversos assuntos.
Quem fala que sabe tudo, conhece superficialmente sobre diversos assuntos, sem no entanto dominar realmente nenhum assunto.
Por isso, quem segue o caminho do Tao, para alcançar a realização espiritual, deve escolher um caminho e dedicar-se a ele com profundidade.

-Aquilo que parte do coração dos bondosos não precisa de discussão,
-Aquele que vive discutindo sempre, não tem coração bom

Quem tem coração bondoso é uma pessoa equilibrada, virtuosa, que faz constantemente reflexão e meditação para autoconhecimento, que conhece bem sobre algum assunto e tem confiança sobre o mesmo, e não tem necessidade de discutir para convencer o outro. Aceita a diversidade de opiniões. É aquele que já tem o ego dissolvido.
Aquele que vive discutindo, discute por que não tem confiança em si mesmo e na sua idéia, ou por intolerância à diversidade de opiniões.

-O Homem Santo não acumula.
-Quanto mais faz para as pessoas, mais tem,
-Quanto mais dá às pessoas, mais aumenta.

O Homem Santo evita o acúmulo de bens materiais, tais como, livros já lidos, sapatos e roupas que já não usam mais, dando para quem precisa, pois o Homem Santo não tem apego a coisas materiais. Esse ato contribui para o esvaziamento do coração das impurezas.
O Homem Santo, praticante do Tao, não pensa em si, sempre faz por outras pessoas, e por isso cada vez tem mais coisas, ele enriquece porque ele não pensa em si, ele pensa mais em outros, porisso cada vez que ele pensa, o retorno é cada vez maior.

-O Tao do Céu é para beneficiar e não para causar problemas.

O Prof. lembrou que a Natureza doou tudo para nós, sem cobrar nada de nós. Mas o homem interfere na Natureza, muda tudo, causando problemas para nós.

Portanto:
-O Tao do Homem Santo é agir e não disputar.

Porisso, o Homem Santo age sincronizado com a Natureza, apenas age e não disputa, faz ação da não-ação.

O Prof. Tsai ensinou-nos que:
-Tudo depende de uma única coisa: do coração. Se você não tiver coração, palavras bonitas, fachada, seja o que for, no final vai ser descoberto, mais cedo ou mais tarde.
-Na verdade o Tao é muito simples. Porisso quando viramos a última folha (daquele conto do macaco arteiro), no final não tem nada, é uma folha em branco. É você próprio. É o seu aprendizado durante o caminho que importa.
-Você tem que saber fazer a conexão, você se conecta, e começa a se tornar parte da Natureza.
-Hoje você segue o que aprende aqui do Professor, ele segue o que o seu mestre passou, e o que o seu mestre passou? O que o mestre dele passou. E de onde passou ? Do próprio Tao. É a mesma coisa. É uma coisa só. Apenas depende do seu próprio treino.
-O Professor disse que faz questão de que quando a pessoa treina, além de fazer o treino, nunca deve deixar de refletir dos seus próprios atos. Porque senão começa a usar o treino como se fosse aspirina, como se fosse calmante. Disse que vê muito disso. Pessoas que diz que melhorou muito, e depois simplesmente perde a conexão porque simplesmente voltou a fazer aquilo que tinha causado o problema.
-Finalmente, o Professor diz que, na busca do Tao, entender é fácil, mas o difícil é você sincronizar energeticamente e fazer transformação interna. Na hora que você começar a perceber que tudo faz sentido, e você comprovar com a própria melhoria, e começar a mudar tanto fisicamente, mentalmente e espiritualmente, você vai achar que esse mundo é um lugar maravilhoso. O Tao é assim.

09/03/2016   Kinjiro Sekiguchi

E-Mail: kinjiro2003@globo.com

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Não competir. Não ser ganancioso. Pensar no próximo

 

Neste último capítulo do Tao te Ching, Lao Tsé nos ensina sobre a simplicidade e humildade que devemos manter em nosso coração, se quisermos trilhar o verdadeiro caminho do sábio.

Ele nos ensina que as palavras verdadeiras nem sempre são as mais bonitas e que, por outro lado, as palavras bonitas nem sempre são verdadeiras.

Um exemplo interessante sobre isso, contado pelo próprio Prof. Tsai, ocorreu quando ele foi dar um presente a seu mestre (Liu Pai Lin) e este lhe deu uma grande bronca. Mas esta bronca foi porque no momento da entrega do presente o Mestre Pai Lin identificou alguma fraqueza energética no Professor (que na ocasião ainda era um aluno) e certamente ficou triste por isso, pois queria apenas seu bem.

O mestre Pai Lin poderia muito bem agradecer e utilizar-se de palavras bonitas naquele momento, mas por querer ajudar o Professor preferiu ser verdadeiro usando palavras mais ásperas.

O presente dado certamente pereceu com o tempo, mas o ensinamento ficará com o Professor Tsai pelo resto de sua vida. Então, o que teria valido mais a pena? Obviamente a verdade!

Prosseguindo com o capítulo, Lao Tsé ainda ensina que aquele que tem um coração bondoso não se prende nem se desgasta com discussões ou argumentações acaloradas, mas aquele que tem o coração impuro ou maldoso se prende em contendas e discussões.

Vemos isso claramente: por um lado os políticos no Brasil, que vivem se digladiando em infindáveis discussões que nunca levaram a nada. Já no outro lado da moeda, podemos ter como exemplo o Dalai Lama, que mesmo tendo sido expulso de seu país, jamais entrou em debates ou discussões acaloradas, preferindo sempre manter a argumentação com paz em seu coração.

E os resultados a longo prazo desses dois comportamentos distintos são evidentes.

Aquele que é realmente sábio jamais se vangloria, mas aquele que não tem conhecimento real tende a se vangloriar.

O sábio, justamente por ser sábio, não precisa receber recompensas por sua sabedoria. Ele já dominou seu ego e por isso não tem necessidade de alimentá-lo. O sábio não quer reconhecimento, pois ele, por si só, se basta.

Já o tolo vive buscando aparentar ser o que não é, pois ainda carece de reconhecimento para alimentar seu ego. Sendo assim, procura sempre se vangloriar e obter recompensas mesmo sem ter cultivados muitos méritos para isso.

O sábio não pensa mais em si. Ele procura fazer pelos outros cada vez mais. E exatamente pelo fato de não pensar mais em si e procurar o bem do próximo ele acaba recebendo bons retornos, mesmo sem jamais ter almejado.

Trata-se simplesmente de deixar as coisas fluírem na vida, de permitir que tudo aconteça ao seu redor sem querer interferir. Quando agimos assim o Tao automaticamente passa a nos sustentar sem que percebamos.

É como uma borboleta: se quisermos pegá-la, ela voa. Se a deixarmos solta, ela naturalmente pousa em nossas mãos.

Daí o precioso ensinamento: aquele que quanto mais dá, mais recebe.

O Tao Celestial apenas beneficia as pessoas e jamais lhes tira qualquer coisa ou lhes prejudica. Um bom exemplo disso está na própria natureza, que nos dá alimentação, abrigo, medicinas naturais e várias outras coisas sem nada nos cobrar.

Devemos, pois, seguir o Tao Celestial, oferecendo ao próximo sempre algo que possa lhes ajudar sem esperar retribuição.

Dessa forma nos tornaremos mais sábios, felizes, prósperos, saudáveis e teremos sempre nossos jardins floreados e frequentados pelos mais belos e evoluídos seres de luz.

Que todos sigamos o caminho do Tao e tenhamos entendimento para nos regozijar com a beleza e simplicidade da natureza.

Que possamos ajudar uns aos outros pensando apenas no bem de nossos semelhantes.

Que tenhamos saúde e paz em nossos corações.

Que recebamos o bem apenas por sabermos fazê-lo ao próximo, com desprendimento.

E que sejamos o caminho iluminado e pratiquemos o Tao do céu em cada momento de nossas vidas.

Em cada respiração. Em cada pensamento. A cada batida de nossos corações.

11/03/2016   Paulo Ricardo

E-Mail:  paulobonciani@hotmail.com

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Prof. Tsai explicando os 81 capítulos do Tao Te Ching em quase 3 anos…

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Hoje os alunos ofereceram flores, frutas e um album que contêm agradecimentos por escritos de todos alunos ao Prof. Tsai. Durante quase 3 anos explicando a obra Tao Te Ching do Lao Tsé semanalmente… que terminou hoje o último capítulo 81.

Segue-se o link das fotos:

https://www.facebook.com/media/set/?set=oa.1266203670075732&type=1

 

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 80 . Aula de Tai Chi – 27/02/2016

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Em um povoado, Estado ou qualquer espécie de agrupamento humano, as pessoas, com o passar das gerações, desenvolvem ferramentas, utensílios e aparelhos sofisticados destinados a abreviar suas atividades diárias. Estas ferramentas executam com mais rapidez e eficiência estas tarefas que em outros tempos eram feitas manualmente e demandavam mais tempo.

 

Lao Tsé, no entanto, nos ensina que nem sempre estas ferramentas propiciam as facilidades que nos são adequadas ou que estejam de acordo com o Tao. Estas supostas “facilidades” somente existem em decorrência do que chamamos atualmente de capitalismo, onde tudo o que se faz deve ser mais rápido e em maior quantidade do que o feito ontem, objetivando sempre  aumentarem os lucros.

 

Ele ainda observa que na antiguidade nossos antepassados viviam tranquilamente, sem muita pressa e não dependiam das tantas facilidades e tecnologias atuais.

 

O ser humano está se tornando cada vez mais tenso, ansioso, imediatista, belicoso e por isso está trocando seus preciosos momentos de paz e conexão para ocupar-se ao máximo em acumular bens materiais. Dessa forma, está cada vez mais distante de suas raízes (o Tao), substituindo seu ambiente natural por um mundo artificial e ilusório, buscando encontrar no exterior coisas que supostamente preencheriam seu vazio interior.

 

O ser humano desaprendeu que a real felicidade está nas coisas simples, no que é tranquilo e calmo, no que é fácil e não necessita tanta rapidez ou soluções mirabolantes. Ele se esqueceu de que seu corpo tem um “timing” próprio, natural e forjado por milhares e milhares de anos de evolução, desde que surgiu neste pequeno ponto azul mergulhado na imensidão do Universo. O ser humano insiste em esquecer-se das premissas básicas de sua fisiologia, tentando sem sucesso adaptar-se e uma realidade que não lhe corresponde.

 

Não percebeu ainda que seu atual estilo de vida é muito recente em comparação a todos os anos que tem habitado este planeta e que seu corpo ainda não está adaptado energeticamente a todas essas loucuras e urgências atuais. Sua configuração energética é praticamente a mesma do homem das cavernas, que vivia numa época muito menos turbulenta e de menos atribuições, embora estivesse em constante busca por comida e abrigo. Mas a diferença é que ele obedecia unicamente a seus instintos naturais de tempo e esforço, mantendo-se muito mais conectado à natureza em comparação ao homem moderno.

 

O Profesor Tsai, a exemplo disso, nos lembra que antigamente o ser humano dispendia muito tempo para percorrer grandes distâncias (de um país a outro, por exemplo) e que, ao longo do caminho, gradualmente ia se adaptando às mudanças climáticas e de fuso horário dos locais por onde passava. Dessa forma quase não sentia o choque das grandes diferenças de clima, tempo e fuso horário de um lugar a outro.

 

E foi dessa forma que nosso organismo foi configurado.

 

No entanto, hoje as pessoas podem viajar através de distâncias incrivelmente maiores e em muitíssimo menos tempo. Mas isso obviamente faz com que sintam muito mais o choque climático e de fuso horário, que na maioria das vezes causa mal estar, cansaço e demanda dias até a adaptação completa.

 

E esta é apenas um pequena demonstração de que a forma como levamos nossa vida está em desacordo com o Tao de nossa energia. As urgências criadas pelo capitalismo não nos permitem que vivamos de acordo com nossa natureza e ritmo biológico. Estamos tentando adaptar nossa configuração energética e fisiologia próprias ao mundo artificial que estamos criando, quando deveríamos seguir um estilo de vida condizente com nossa natureza.

 

Não percebemos que essa loucura que estamos criando está gerando desgaste energético, doenças, ansiedade e tensão. Em razão disso as nações estão se tornando gananciosas a ponto de quererem invadir sa outras, roubar suas riquezas e dominar seu território.

 

Esse comportamento está fazendo com que infelizmente percamos um pouquinho de nossa humanidade a cada dia, está propiciando a eclosão de guerras e cada vez mais conflitos, está gerando desarmonia, doenças e fome, quando o que deveria ocorrer seria exatamente o contrário.

 

Portanto, podemos facilmente concluir, diante dessas observações, que seria melhor para a humanidade e pro planeta em si que o ser humano colocasse “os pés no freio”, soubesse imprimir menos urgência nas coisas e fosse menos ganancioso. Então ele veria que a maioria das ferramentas, instrumentos e dispositivos criados por ele seriam totalmente dispensáveis à sua felicidade.

 

O ser humano ainda não se deu conta de que não precisa de muitas coisas e artificialidades para ser feliz, mas há tempos já perdeu sua conexão com a natureza e está buscando exteriormente algo que preencha seu interior. Muitos já não conseguem mais vislumbrar uma vida feliz e plena sem a tecnologia exacerbada, que faz seus carros de ultima geração, seus smartphones e seus computadores.

 

E veja que Lao Tsé já advertia sobre esseperigo há mais de dois mil anos, portanto, essa inquietude do ser humano já existe há muito tempo e, a cada ano que se passa, a situação se agrava. Vejam por exemplo os casos de depressão, hipertensão e câncer que aumentam a cada década. Isso comprova o quanto estamos nos distanciando de nossa origem com o passar dos tempos e o quanto isso nos está causando enfermidades físicas e psíquicas.

 

Portanto, o sábio não se deixa levar pela ganância e evita desgaste energéticos desnecessários.

 

O sábio fica centrado, fazendo sossegadamente seu trabalho, evitando recorrer às inúmeras artificialidades, ferramentas e tecnologia em excesso.

 

Agindo todos assim, um país jamais necessitaria invadir ou dominar outro, pois toda sua população já se bastaria por si só, sem precisar tirar do outro o que não lhe pertence.

 

Estando conectados e simples de coração jamais sofreremos tais adversidades, não nos molestaremos e sempre estaremos saudáveis.

04/03/2016   Paulo Ricardo

E-Mail:  paulobonciani@hotmail.com

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Capitulo 80 – Não busque fora. Recolha.

 

Antigamente vivia-se muito bem, em harmônica com a vizinhança, sem almejar grandes sonhos. Os governantes sábios sabiam como deixar o povo feliz.

 

Vivia-se de forma pacifica dentro do mundo que lhe foi concedido. Sem grandes ambições, adequando-se ao meio que se vivia. Em paz, em harmonia, em suas singelas casas. Satisfeitos com o que se tinha, com as suas famílias, com as suas vestes, com o que se tinha para comer. Vivia-se feliz, convivia-se feliz. Não precisava ir longe. Não precisava de carros ou barcos – não eram necessários. Não precisava de armamentos – não seriam utilizados.

 

Cada povo adaptado no seu mundo.

 

Não era necessário ir buscar no mundo de fora o que no seu lugarejo não tinha. O mundo era autossustentado, com autossatisfação.

 

Mas a hipervalorizarão do mundo material provocou uma necessidade de busca por um mundo melhor, com uma falsa imagem de que o que não se tinha (o que está lá fora) era importante e era melhor.

 

A tecnologia nos proporcionou maior rapidez e precisão na elaboração de várias coisas, porém será que ela realmente está ajudando o homem? Proporcionou um conforto maior, porém com isso, perdeu-se muito a nossa tão preciosa saúde e tranquilidade. No mundo atual, tem-se pressa para tudo. A tecnologia não alcança a pressa do homem; pelo contrário, aumentou ainda mais a necessidade de se fazer ou conseguir algo mais rápido ainda…

 

Os ensinamentos de Lao Tse nos faz conscientizar que a tão sonhada paz (e felicidade) não está fora e nem longe. Está dentro de nós. No local onde vivemos, no nosso lar, no nosso trabalho, no nosso convívio, no nosso corpo.

 

Busquemos dentro de nós a nossa verdadeira identidade, que é luz, é energia. Deixemo-la fluir como de fato ela é: leve, sutil, brilhante. A prática da meditação nos conduz a esse caminho. Recolha. Deixe o mundo exterior e busque o vazio, o uno (o tudo e o nada) no mundo interior. É o verdadeiro caminho do Tao.

 

Equilibre-se, alinhe-se (toque de cabeça, tan tien, cóccix), centralize-se com os exercícios do abraço da árvore. Fortaleça a sua base, de forma natural. Conecte-se com a natureza e se energize.

 

Continuemos a praticar, diariamente, assim como o sol que um dia após o outro nos proporciona a luz que propicia a vida na Terra e, assim como as arvores, de forma tão sublime e serena, no trabalho incessante em oferecer oxigênio a todos os seres viventes deste planeta.

 

Meus sinceros agradecimentos à nossa mãe natureza.

 

29/02/2016  Iracema Ioco Kikuchi Umeda

E-Mail: iikumeda@hotmail.com

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 73 . Aula de Tai Chi – 05/12/2015

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O capítulo 73 nos fala da ” rede celestial ” como se fosse uma malha, na qual nada escapa e tudo encontra-se conectado. Segue o caminho de forma natural e  tranquilo.

A coragem, ousadia, ação ou busca incessante mostram- se como formas que podem levar à destruição. O contrário, isto é, o desapego, o ” não querer “, deixar que as coisas aconteçam, trazem o ganho do que realmente é verdadeiro.

Portanto, neste capítulo juntamente com as explicações do Prof. Tsai, percebemos que ao buscar nossos objetivos  de forma desgastante, querendo ter o “controle” de tudo, passando dos limites e gastando mais energia  do que temos, tudo isso, poderá nos acarretar prejuízo. Ao colocar excesso de força e pressão em nossas conquistas teremos a mesma resposta da natureza. Por exemplo, em prol de bens materiais podemos perder a saúde. Na falta do bem mais valioso, perde- se a mente tranquila,  a serenidade do coração, as mãos e os passos do nosso caminhar. Sem a saúde não teremos energia necessária para um viver saudável. Precisamos manter  a coerência em  nosso saldo energético.

Embora não saibamos o que os céus nos reservam e o quanto as dúvidas por inúmeras vezes nos afligem, vamos “fazer o que deve ser feito” ( cap 72). Cultivar a atenção e o cuidado no caminho que escolhemos, ver aonde estamos pisando, manter um ritmo natural e o mais importante, manter-se conectado. Através da conexão, voltamos ao ” vazio ” , no qual as impurezas vão sedimentando. É nesse estado, que a verdade simplesmente brota de forma inesperada e a rede celestial pode operar em nós à sua maneira.

Cultivar um coração humilde e sincero e estar receptivo aos sinais que a vida mostra pode ajudar a nos reorganizarmos sempre.

Muito Obrigada ao Prof. Tsai e a todo o grupo.

09/12/2015  katia Rodriguez Richieri

E-Mail: katia@richieri.com.br

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Cap 73: Rede Celestial

 

Tudo está conectado,

Imagine como se fosse

a “teia da vida”

e cada fio reverbera no outro,

e cumpre seu papel.

 

Mas qual o papel do fio dessa teia?

Deve ele desprender-se? Arrebentar-se?

Lançar-se ao vento?

 

O papel do fio é apenas ser fio,

pois ao querer ser outra coisa

que não sua natureza própria,

pode arrebentar-se.

 

Tudo tem seu fluxo natural, cada coisa

está a desempenhar seu papel.

E para isso é apenas preciso ser/existir.

E para ser, não é preciso ação.

 

Mas é preciso sabedoria e cuidado,

a mesma sabedoria e cuidado que se tem com uma planta.

Pois se não se souber como cuidar dela, ela fica prejudicada.

E se não se cuidar dela adequadamente, ela será prejudicada também.

 

No entanto, a planta, com o cuidado adequado,

cresce sem realizar nenhuma ação por si própria,

tornando-se o que foi criada para ser,

seja ela como for.

 

O homem sábio é tal como a planta,

e confia que tudo está em sintonia,

e age pela “não ação”, alcançando a vitória.

 

Vencer não é lutar 100 batalhas e ganhar todas as 100.

 

Aquele que consegue vencer as 100 batalhas

sem precisar lutar

é o verdadeiro vencedor,

pois venceu a si mesmo!

 

07/12/2015  Gustavo Tanaka

E-Mail:  gustavo.tanaka@gmail.com

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 71 . Aula de Tai Chi – 14/11/2015

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Capítulo 71

 

Como lidar com os nossos defeitos

 

Reconhecer a própria ignorância é ter a convicção que não sabemos de tudo. Mais do que isso…é levar o autoconhecimento a um estágio elevado, reconhecendo as próprias fragilidades de entendimento. Professor Tsai acrescenta que “não saber (ignorar) o que não sabe, pode gerar problemas de saúde”. É muito perigoso – diz o professor – achar que sabemos quando, na verdade, o conhecimento que temos é limitado. A honestidade de reconhecer a limitação de conhecimento é essencial para o treino de energia. Somente quando reconhecemos os nossos defeitos (limitações), podemos combatê-los com eficiência.

 

Os santos – registra o capítulo – têm a coragem de reconhecer os próprios defeitos. Por isso, reconhecem também a grandeza do TAO. Uma forma de melhorar, de crescer é exatamente corrigir os defeitos detectados  e reconhecidos. A porta de entrada do TAO para o praticante é essa coragem de ser humilde.

 

22/01/2016 Betânia da Silva Lins

E-Mail: betania.lins@printeccomunicacao.com.br

*Texto elaborado por aluna:Betânia da Silva Lins

http://www.centrotaoista.com.br

 

 

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“Sem doenças, problemas ou defeitos”

 

Saber que não se sabe, reconhecer aquilo que não se conhece ou estar consciente de sua ignorância é uma virtude.

 

Ao contrário, a falta de consciência sobre a própria ignorância é como uma doença. É algo negativo, ruim.

 

Portanto, quando reconhecemos nossa ignorância, nossos defeitos e nossas deficiências é algo positivo, porque nos dá a oportunidade de corrigí-los, ao passo que quando não estamos conscientes de nossos defeitos não temos como corrigí-los.

 

O sábio/praticante do Tao elimina seus defeitos e caminha rumo à perfeição, porque reconhece seus defeitos, os corrige e os elimina.

 

Praticar os exercícios de forma correta, seguindo as instruções com atenção e dedicação, além da compreensão correta dos ensinamentos de Lao Tsé, permite ao praticante se harmonizar com a natureza e com o universo em si, contribuindo com o despertar de sua sabedoria interior e de sua consciência, para que possa conectar-se com seu interior e adquirir conhecimentos lhe permitam identificar e eliminar tpds seus defeitos, contribuindo com o seu processo de cura, harmonização de suas energias e desenvolvimento espiritual.

21/11/2015   Paulo Ricardo

E-Mail:  paulobonciani@hotmail.com

http://www.centrotaoista.com.br

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Capitulo 71

Quem realmente é sábio, não se acha.

Quem se acha sábio, certamente não o é.

Somente quando reconhece sua ignorância,

O indivíduo pode livrar-se desta ilusão.

O homem santo realmente sábio, certamente não padece deste mal.

De outro modo:

A única maneira de um escravo deixar de sê-lo é reconhecendo-se como tal.

 

20/11/2015 Benedito Breve

E-Mail: breve.b@gmail.com

*Texto elaborado por aluno: Benedito Breve

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A dinâmica após a aula de Tai Chi no dia 11/07/2015.

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Dinâmica da Aula 11/07:

Desta vez, Henrique se candidatou a ser o capitão da turma:

Henrique muito feliz, com satisfação e gratidão se apresenta aos colegas. Declara que conquistou mais serenidade com a prática da postura da árvore.

Hoje, já consegue permanecer por 15 minutos na postura sem se cansar.

Para dinâmica propõe a revisão do exercício “complementar da postura da árvore”.

Informa a todos os colegas que este complemento traz uma sensação de paz e equilíbrio. Complementa que pratica durante o dia se,  a ocasião ou situação permitirem. Em qualquer stress, dá uma corrida num canto para abraçar a árvore da serenidade, retoma suas atividades com mais calma e com resultado: as coisas se resolvem!

Recomendável fazer este exercício logo após a postura básica de “abraço de árvore”:

De pé, junte os pés e deposite todo o peso na sola dos pés:

  1. dobre levemente os joelhos, mantendo o alinhamento, firme o pé direito e abra a perna esquerda mantendo os pés paralelos
  2. coloque as mãos em formato de concha, com as palmas viradas para cima (como se você fosse juntar as mãos para beber um pouco d´água)
  3. sobreponha a mão direita por cima da mão esquerda na altura do yin tchao (bem abaixo do tantien)
  4. faça o movimento de subida, os pés agarram o chão elevando simultaneamente mãos e braços bem devagar
  5. quando as mãos alcançarem a altura do lín tai (meio da testa entre as sobrencelhas) você pode sentir uma vibração ou ponto luminoso
  6. vire as palmas das mãos para fora pelas laterais do corpo soltando os pés simultaneamente,
  7. deixe o movimento de descida bem leve, expandindo a abertura dos braços como se fossem plumas ao vento desenhando um círculo
  8. quando as mãos ultrapassarem a altura dos ombros, vá recolhendo a abertura dos braços
  9. quando as mãos alcançarem a altura do tan tien, com as mãos em forma de concha mergulhe-as para capturar uma “bolinha de energia”
  10. mantendo as mãos viradas para cima, segure as bolinhas mantendo as mãos em forma de concha,
  11. permaneça na posição pelo por alguns  segundos
  12. retorne à posição 3 (realize séries de 09 e gradativamente aumentando para 18, 27 e 36)

Observação: se possível,  fazer o excercício de olhos fechados. Mas no início, é bom começar em frente ao espelho.

As dinâmicas ao final da aula têm proporcionado o relacionamento entre as pessoas e,  cada um de nós, comprova em cada oficina, os benefícios de cada exercício ou vivência. Conhecer, viver e praticar o TAO é maravilhoso!

Eu, Marcela, particularmente posso testemunhar que Henrique melhorou muito desde que começou! As mudanças são significativas fisicamente: olhos cristalinos, pele mais clara e suave, mais calmo, comunicativo e sorridente.

Parabéns a você Henrique! Que continue assim: Próspero!

18/07/2015   Marcela Kwong

E-Mail: marcela_kwong@uol.com.br

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A dinâmica após a aula de Tai Chi no dia 04/07/2015

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Dinâmica da Aula 04/07:

Foi a vez de Kinjiro ser o capitão.

Kinjiro começa contando a sua história: diferente da grande maioria da turma que chegou ao Centro Taoista à procura de tratamento para saúde,
Kinjiro conheceu Prof. Tsai numa excursão para a China.

Explica que uma das coisas que mais chamou a sua atenção foi que durante as longas caminhadas do passeio, nos intervalos de descanso, ou paradas percebia que Prof. realizava uma série de exercícios. Por curiosidade,  se aproximou do Prof. e perguntou qual era o significado dos movimentos?

Prof. Tsai respondeu que eram apenas simples exercícios para Energia.

Kinjiro se interessou pelos exercícios e prestou muita atenção aos movimentos e, após a orientação, praticou a série. Não sentia cansaço mas, pensou com ele mesmo: deve ter benefícios, se é para o bem, por quê fazer não fazer, não é?

Ficou muito surpreso com o resultado: a subida na montanha de Wudang foi muito tranquila! É uma grande subida e tem degraus a perder de vista!

Como pode? Percebeu lá do topo da montanha que alguns do grupo da excursão, precisaram parar por algumas vezes para descansar antes de retomar a subida e outros que mal conseguiram completar o trajeto. Kinjiro chegou lá no alto e lembrou: os exercícios de energia funcionam!

Desde aquele dia, Kinjiro se tornou um aluno assíduo há quase 7 anos. Com o sorriso estampado no rosto sente que sua saúde e disposição melhoraram muito. Mantém a constância da prática do Tai Chi e Meditação para não perder o que divinamente ganhou ao longo deste período.

“Vamos levantar e aprender?”

Todos se levantaram animados.

É o exercício da “chaleira” – é revigorante e pode ser comparado ao exemplo de recarregar a bateria de um carro:

  • Junte os pés e deposite todo o peso na sola dos pés
  • mãos paralelas ao lado do corpo
  • dobre levemente os joelhos e mantenha o alinhamento
  • faça movimento de subida, juntando o polegar com o dedo médio (como se estivesse segurando a alça de uma chaleira bem quente) e simultaneamente agarre o chão com os pés e tente aproximar o osso sacro com o tan tien
  • permaneça 3 segundos
  • e desça soltando os dedos da mãos e os pés retornando à posição dos pés paralelos.
  • Opcional: vc pode praticar este exercício em movimento, andando. No começo é difícil coordenar os movimentos dos braços e das pernas mas, aos poucos, ficará mais fácil.
  • ao finalizar recolha e engula a saliva encaminhando-a ao tan tíen
  • Observação importante: faça movimentos leves e devagar (séries de 09 no início e progressivamente de 18, 27 e 36).

Kinjiro ajudou a revisar o exercício do remo ( para despertar o corpo e ativar a disposição.)

  • sentado no chão ou colchão, simule como se estivesse praticando remo, prestando antenção nos detalhes
  • pernas esticadas, queixo enconstado no peito
  • estique os braços em direção aos pés
  • gire os braços como se fosse trazer os remos em sua direção
  • quando as mãos alcançarem o tórax
  • levante a cabeça e jogue as mãos para cima e, imediatamente tente alcançar as solas dos pés (com a prática aos poucos, você alcança)
  • repita o movimento devagar e aos poucos o seu corpo se sentirá mais “acordado”.
  • para finalizar, permaneça sentado e gire os pés 9 vezes para dentro, 09 vezes para fora, coloque as mãos em forma de concha para o movimento de “tapotagem”: 09 batidas das mãos sobre os joelhos, 09 nas laterais internas dos joelhos, 09 nas laterais externas dos joelhos, repetir a tapotagem 09x nas costas nas alturas dos rins. No final, coloque as palmas das mãos em contato com as costas na altura dos rins e faça a massagem deslizando os dedos em movimento descendente até cóccix (9x).

Kinjiro acrescenta: “São os melhores exercícios para começar bem o dia com a carga total !”

Muita gratidão de todos os colegas do Tao Kinjiro! Muito obrigado por compartilhar estas jóias!

17/07/2015   Marcela Kwong

E-Mail: marcela_kwong@uol.com.br

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