ROSÁCEA, FRAQUEZA, E ETC.

Andre

Procurei a acupuntura principalmente devido a um problema de pele chamado “rosácea”, que se manifesta através de rubores na área do rosto. Fui diagnosticado há mais de dez anos, mas apenas mais recentemente (de 2 anos e meio pra cá) o problema se tornou constante – antes, os rubores desapareciam rapidamente –, e mais intenso (além de rubor, também pequenos pontos parecidos à acne começaram a surgir constantemente).

Como eu sempre resisti ao tratamento alopático imediato, não fazia nada com relação ao problema. Mas, ao atingir esse segundo estágio, de piora gradativa e manifestação permanente, comecei a me preocupar (principalmente tendo em vista que meu pai também já manifestou o problema em estágio ainda mais avançado), decidi que era hora de fazer algo.

Primeiramente, já em busca de algum tratamento integralista e não-alopático, recorri à Ayurveda, que foi bastante útil em outros aspectos do meu cotidiano e alimentação, mas que demonstrou apenas resultados tímidos com relação à rosácea (o problema diminuiu um pouco, mas o progresso estagnou-se rapidamente).

Resolvi, então, procurar a acupuntura, mas antes disso passei a utilizar um creme antibiótico alopático pouco agressivo (a outra solução, à qual eu ainda resistia, seria a administração de antibióticos via oral). A ideia era mitigar o problema através dessa alopatia branda, e depois manter apenas com a acupuntura.

Usei o creme, obtive uma melhora significativa, e deixei de usá-lo. Atualmente, trato apenas com acupuntura, e o resultado tem sido excelente.

Embora meu problema seja relativamente pequeno em comparação a outros pacientes, não tenho dúvidas quanto à eficácia do método do Prof. Tsai – o que também é ratificado por todas as avaliações de seus pacientes.

Meu rosto ainda apresenta rubores constantes (em um grau já aceitável), e tenho certeza de que eles continuarão a regredir sem uso de qualquer medicamento alopático, apenas com acupuntura e, num futuro próximo, com o tai chi. Portanto, sem dúvida, voltarei a comentar aqui neste espaço, dando conta das evoluções futuras.

 

23/05/2017  André Bruno

E-Mail: andrebabueno@gmail.com

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GASTRITE COM AZIA, REFLUXO, ANSIEDADE, INSÔNIA, SONO LEVE, ATIVIDADE/INTENSIDADE MENTAL E ETC.

carolina

Conheci o Centro Taoísta há cerca de 2 meses, em uma busca pela internet. Depois de ler praticamente todos os depoimentos de pacientes resolvi marcar uma primeira sessão de acupuntura.

Eu já havia feito acupuntura em 3 momentos da minha vida, cada vez com um profissional diferente. Sempre foi bom, mas nunca vivi uma experiência de transformação e aprendizado como a que tenho vivido agora no Centro Taoísta. Lá eu cheguei em busca de uma alternativa sem remédios para tratar de uma gastrite, com sintomas constantes de azia e refluxo, além de um quadro permanente e antigo de ansiedade, insônia, sono leve e muita atividade/intensidade mental.

Desde a primeira sessão de acupuntura, minha digestão melhorou incrivelmente, eu praticamente não tive mais azia nem refluxo ao longo desses 2 meses. O sono teve uma melhora sensível também. Há noites em que ainda demoro a dormir, mas é visível que as noites em que durmo bem melhoraram muito. Ainda oscilo bastante, e sinto que tenho uma resistência forte no corpo que me impede de ir além.

Choro em muitas sessões, fico angustiada com medo de não melhorar mais, caio novamente nas armadilhas da minha mente e da minha ansiedade. Tenho vivido todo o processo de aprendizado sobre a energia com muita entrega, com muita dor também, porque já compreendi que preciso me desapegar de velhos hábitos, velhas visões do corpo, da saúde, da doença, e realmente não é fácil transformar toda a forma já sedimentada de entender isso. Fomos calcados em uma visão ocidental e alopática da medicina em que somos pacientes passivos, sem responsabilidade por aquilo que nos atinge.

Acho que o que tenho aprendido de mais fundamental nesse processo com o prof. Tsai é que somos de fato responsáveis pelo nosso corpo, por nossa saúde e por nosso processo de cura e adoecimento, e que ser/estar ativo é essencial. A acupuntura também nos deixa visivelmente mais sensíveis e percebemos com grande facilidade como o nosso corpo reage a tudo, mas é preciso que saibamos compreender esses sinais e isso vem somente com o tempo.

Depois das sessões fico muito sensível e com o corpo mais quieto. Aprendi a não exigir dele muita atividade nesse momento. A minha ansiedade é permanentemente confrontada com a concepção não imediatista que o prof. Tsai propõe.

Não é fácil tentar se reorganizar intimamente de forma tão diferente, mas tem sido verdadeiramente transformador.

 

19/05/2017  Carolina Junqueira

E-Mail: carolinajs80@gmail.com

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PRÉ-DIABÉTICO, TORNOZELOS INCHADOS, ZUMBIDO, OBESIDADE, GRIPE E ETC.

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Conheci o Prof. Tsai por estar procurando um tratamento alternativo para evitar tomar um monte de remédios que me foram receitados, uma vez que fui diagnosticado como pré-diabético.

Meus tornozelos estavam inchados, se eu andasse dois quarteirões já me sentia muito cansado e tinha um chiado nos ouvidos que nunca passava.

Interessei-me por acupuntura pois tinha alguma informação sobre este tratamento que era recomendado para dores.   Pesquisando na Internet optei pelo Centro Taoísta devido aos depoimentos que li.

Iniciei o tratamento com o Prof. Tsai com duas seções de acupuntura e massagem Tuina, mais conhecida como tortura chinesa por semana, durante um mês.

Lembrando que também mudei bem minha alimentação, reduzindo bastante as frituras, refrigerantes e doces, além de tomar o chá chinês que até hoje não sei do que era.

A partir da terceira seção já senti grande melhora, tanto que comecei a ir a pé até a estação Liberdade do Metrô após as sessões (o Centro Taoísta fica a uns 10 min.do Metrô Vergueiro).

Em seguida continuamos por mais dois meses com uma seção por semana, já não sentia mais dores nas pernas, o inchaço já havia desaparecido e diminui uns 7 kilos. Foi quando o Professor Tsai me convidou para participar da turma de Tai Chi pois segundo me disse o que podia fazer com a acupuntura já havia sido feito e que a partir daí dependeria somente de mim.

Devo confessar que o Tai Chi é realmente eficiente quando seguido com constância pois não há milagre, nossa saúde depende de nossa energia e com o passar do tempo, a medida que vamos envelhecendo o desgaste é muito maior e a recuperação mais demorada.

Tive algumas baixas devido a negligencia, pois quando a gente vai melhorando esquece o que passou e descuida do treinamento, apesar de o Prof. Tsai estar repetindo que não devemos esquecer da constância, mas sempre consegui me recuperar, visto que a partir do início de treinamento do Tai chi, nunca peguei nenhuma gripe e quando aparece um resfriado nunca passa de um ou dois dias sem tomar nenhum remédio.

O último exercício que estamos aperfeiçoando (um dos 37 exercícios do Tai Chi) é o Lou Chee ao Pu, que tem um grau de exigência bem alto do ponto de vista de resistência e qualidade dos movimentos, o que resulta em grande benefício a saúde quando bem elaborado devido aos pontos que são exercitados.

 

 

29/4/2017  Benedito Breve

E-Mail: breve.b@gmail.com

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Depoimento da Flávia falando sobre treino de energia no Centro Taoíta…

pushhands

A flávia faz push hands com Prof. Tsai no Centro Taoísta 

 

O depoimento da Flávia foram feitos em 6 vídeos, para assistir basta clicar em cima de cada um deles:

parte01

parte02

parte03

parte04

parte05

parte06

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APRENDIZAGEM SOBRE ENERGIA ATRAVÉS DO TAI CHI, TUEI SHOU, PUSH HANDS, MEDITAÇÃO E OUTROS BENEFÍCIOS.

flavianew

Recentemente, estudando Pushing Hands com o Professor Tsai, ele me dizia muito a palavra “ceder”. Na prática, era preciso que eu cedesse bastante para não ser “vencida”. Percebi que quanto mais eu cedia, mais me cansava as pernas. Isso me fez refletir sobre o fato de que todo aprendizado requer um esforço. Mesmo aprender a ceder, também pode ser um processo muito trabalhoso, e que quanto mais me cansava a base (ou seja, as pernas), mais livre o resto do meu corpo ficava para seguir o treino num fluxo favorável.

Justo na mesma semana dessa reflexão, o Professor começou o capítulo 26 do Tao te Ching na aula de grupo com a seguinte frase: “O peso é a raiz da leveza”. E mais do que nunca essa frase fez sentido para mim, justamente porque eu havia experimentado no meu corpo sua veracidade. Quanto mais uma árvore enraíza, mais ela pode balançar ao vento sem risco de queda. O peso está embaixo, onde a força da gravidade já nos indica. Nós temos a tendência de deixar o peso subir, recebendo com a força da parte superior todos os impactos do mundo, e isso nos atinge, nos derruba. É como se uma árvore tentasse vencer o vento pela força das folhas e não pelo enraizamento. Simplesmente não faz sentido, mas é exatamente esse comportamento que nós normalmente adotamos.

Enquanto não trabalhamos nosso interior para essa mudança de comportamento, não conseguimos ceder fisicamente. O corpo reflete aquilo que o interior permite. E não é um processo rápido. Cada um leva o tempo que lhe couber para essa mudança. Precisamos abandonar o imediatismo porque ele nos atrapalha o caminho. Na busca do Tao, nenhum atalho serve. Nossa mania de procurar sempre opções rápidas e resumidas, não serve. Porque o caminho que seguimos segue o ritmo da Natureza, e nada nela se apressa. As coisas levam o tempo que tiverem que levar. É impossível acelerar o amadurecimento de uma fruta, a formação de um bebê, o ciclo da lua, a duração do dia. Quando buscamos atalhos, é porque esquecemos que as forças que regem todo o Universo, também nos rege. Não temos o poder de andar à frente dele. Andamos junto com ele, porque fazemos parte dele. Estamos em contato, colados, continuando e seguindo – assim como fazemos na prática do Pushing Hands.

Até pouco tempo atrás eu tinha a sensação que o estudo do Tao era como uma nova lente na frente dos meus olhos, e que por essa lente eu começava a rever todas as coisas que acreditava conhecer até então. Hoje, ao contrário, sinto que o estudo do Tao é justamente a retirada de todas as lentes que eu tinha para enxergar o mundo. O estudo do Tao é a busca de ler o mundo da maneira mais crua, essencial, verdadeira possível.

Também sinto hoje que eu tenho um Norte a seguir. Antes eu me sentia um tanto à deriva, sobre todos os aspectos da vida. Sentia que eu estava sempre à mercê das circunstâncias. Agora eu tenho um grande Norte que me orienta e que me deixa segura de que minhas escolhas são baseadas em algo realmente verdadeiro, e não apenas nas minhas vontades momentâneas. Porque nós somos seres muito volúveis e inconstantes, mas a prática de energia e a reflexão diária acabam se tornando instrumentos poderosos para estabilizarmos nossa mente/espírito, anulando cada vez mais o ego e seguindo em frente sem nos distrairmos e desviarmos o caminho. E mesmo que isso aconteça, temos a dica de como retornar. Muito mais importante do que não errar, é manter a humildade de reconhecer e recomeçar.

Agora que completei meu primeiro ano como professora de Tai Chi, percebo o quanto é difícil as pessoas incorporarem na própria rotina uma prática que ocupa apenas alguns minutos do dia. No início, a única coisa que precisamos nos comprometer é a praticar a postura do Abraço da Árvore, diariamente. Isso realmente leva alguns poucos minutos, mas ainda assim a maioria das pessoas encontra dificuldade de pegar as rédeas do próprio tempo nas mãos, assim como eu também tive dificuldade no início. Mas se não dermos esse primeiro passo, aparentemente simples, que é começar a ter constância (assim como todas as coisas da Natureza), de que forma os próximos ensinamentos poderão de fato chegar até nós?

Eu sinto um grande prazer em poder dar essas aulas, porque sei que estou entregando para as pessoas uma chave que pode abrir muitas portas se elas a pegarem nas mãos. Digo isso porque tenho tido a experiência no meu próprio corpo sobre todos os benefícios que tenho recebido desde que comecei a me dedicar a esse caminho:

– Eu saí de um estado permanente de irritação e descontentamento, me tornando uma pessoa muito mais tranquila e tolerante;

– Nunca mais tive crises de síndrome do pânico (era algo que simplesmente me impedia de viver em paz);

– Curei uma série de infecções urinárias que me levaram a um estado ainda pior de pânico porque a medicina tradicional ocidental não conseguiu resolver com nenhum remédio;

– Melhorei minha capacidade de concentração (sempre fui muito dispersa para aprender e escutar os outros);

– Já consegui estabilizar consideravelmente minha coluna cervical (tenho duas hérnias de disco na cervical, que há anos me geravam enxaqueca a ponto de vomitar de dor, tontura, pinçamentos constantes, muita dor e limitação de movimento). Diria que hoje esses sintomas já diminuíram 80% e eu sigo me dedicando para melhorar ainda mais;

– Minha TPM tornou-se muito mais amena, sem grandes oscilações de inchaço e nem de irritação;

– Sinto muito menos frio. Antes eu tinha os pés sempre muito gelados, mesmo usando mais de uma meia. Eu tinha a sensação de “frio nos ossos” dos pés, e isso passou;

– Estou com a imunidade mais alta. Eu era muito vulnerável para pegar gripes e resfriados.

Esses são alguns exemplos. Mas eu resumiria tudo isso dizendo que encontrei uma maneira de ficar em paz internamente, e que me sinto muito grata por ter a chance de reparar a tempo os danos que permiti que meu corpo sofresse até aqui. Hoje tenho a consciência de que saúde (em todos os aspectos) é algo que se cultiva, e não que se gasta até que seja preciso remediar.

Nossa cultura é muito baseada no excesso. Usamos e abusamos do nosso corpo, até que a bateria descarregue, e então adoecemos, nos remediamos com drogas, e recomeçamos o ciclo de gastar até a última gota de energia, para então novamente adoecermos… E assim seguimos esse padrão, entendendo ele como algo normal. Mas normal mesmo é ter saúde sempre. E isso nós podemos aprender a cultivar. A maioria das pessoas só pensa na saúde quando sente que ela está muito abalada, e isso eu aprendi pela minha própria experiência.

Dia desses, observando de canto de olho o professor executar o exercício que chamamos de “Reforço”, percebi que ele fazia de uma forma muito diferente de nós alunos. Quando perguntei a ele o motivo, ele disse que naquele momento sentiu que a energia já estava fluindo, e que então não precisava de todos os movimentos que normalmente nós fazemos. Achei muito interessante perceber que os mesmos exercícios têm muitos níveis de entendimento, dependendo do estágio em que você se encontra. Na prática do Tai Chi não existe essa frase “já entendi esse exercício”, ou “já o conheço o suficiente”. Todo material do Tai Chi pode e deve ser revisitado sempre, porque a nossa percepção sobre cada exercício irá se modificar e evoluir na medida em que avançamos. Culturalmente, toda nossa organização de estudos é baseada em conteúdos que assimilamos, superamos e passamos para o estágio seguinte. Mas o treino de energia não segue essa lógica. Não existe linha de chegada, conclusão de curso. É um estudo como uma caminhada, e não como uma competição de corrida.

O Professor sempre diz “o Tao é sempre justo”. Quanto mais você se entrega e pratica, mais benefícios ele te dá. Diferente da sociedade. A sociedade não é justa. Socialmente pode ser que você se esforce e se dedique muito, e ainda assim não obtenha benefícios ou sucesso. Mas o Tao é justo, porque ele é anterior a qualquer construção social. Ele é aquela verdade essencial que está por trás de todas as lentes que recebemos para ler o mundo.

Eu me sinto muito grata por ter a oportunidade de aprender coisas tão importantes, que transformaram profundamente minha qualidade de vida e minha relação com meu corpo e com o mundo. E me sinto igualmente grata por poder transmitir isso às pessoas que procuram a aula de Tai Chi. Essa função me dá um sentido. Sabe quando você está na rua e alguém te pede uma informação que você não sabe exatamente a resposta? Você sabe que o lugar que ela procura fica meio por alí… você vasculha sua cabeça e não consegue encontrar a direção certa para dar… você queria muito saber para ajudá-la, afinal você sempre esteve naquela região, mas acaba de descobrir que não a conhece tão bem a ponto de orientar o outro. Por fim você pede desculpa e diz que não sabe. Eu me sentia assim depois de anos como professora de outras práticas corporais: Frustrada por não conseguir orientar o caminho. Eu conhecia o corpo, mas faltava alguma peça.

O estudo de energia me abriu então essa porta, e enquanto sigo caminhando e aprendendo, posso fazer o convite àqueles que buscam ajuda: “Você pode vir por aqui junto comigo”.

 

06/04/2017 Flávia Lucato

E-Mail: flavia_lucato@yahoo.com.br

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