Kinjiro’s testimony (English Subtitles)

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Kinjiro Sekiguchi

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Flavia’s testimony with Professor Tsai Shien Jong – part 2 ( English Subtitle)

 

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Flávia Lucato Castardelli

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Flavia’s testimony with Professor Tsai Shien Jong – part 1 ( English Subtitle)

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Flávia Lucato Castardelli

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 74 . Aula de Tai Chi – 09/01/2016

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Capítulo 74 – Vida e Morte

Governar e dirigir uma nação requer sabedoria e tranquilidade.

Um líder nato e bom deve ser o primeiro a seguir as regras para servir de exemplo. Assim, todos se espelham e assemelharão a ele. O que é bom para ele, é bom para todos, logo há prosperidade.

De acordo com as leis declaradas para manter a ordem e a governança de um país, a punição deve ser aplicada aos homens maus com a finalidade de preservar os bons promovendo o crescimento e desenvolvimento de um país. Mas, a falta de conduta de alguns e a não conformidade com as leis geram caos , descontrole e rebelião entre povo e governantes.

Condenar o povo às regras duras provoca insensatez e frustração. O sentimento de incompetência esgota o ser humano a ponto de não se importar mais com valores, leis, bens materiais, família, pessoas ao seu redor e até com a própria vida! Isto explica a situação e os movimentos pelos quais bons países estão passando.

Somente o TAO possui o encargo de dar a vida e de matar sem interferir o curso natural de todas as coisas.

Tentar controlar o curso da vida é como tomar o lugar de um esmero lenhador usando seu machado para derrubar um tronco de árvore. Cuidado! Ao manejar a ferramenta sem conhecimento, poderá se ferir!

Por coincidência, o fonema em chinês dos números 74 lembra “sentença sobre a vida e morte”. É bipolar e reflexivo!

“Forçar a barra”, conduzir e interferir na prática da meditação para alcançar o resultado imediato, é provocar e matar a chance de Ser Natural!

Observe e contemple a Natureza: um brotinho se torna uma árvore majestosa somente com luz do sol, terra e a água que vem das chuvas. Outro exemplo: o bebê passa 09 meses conectado naturalmente à mãe. Depois do nascimento, quando é “desconectado”, cresce e vive de acordo com modelo e crenças que o homem criou.

(*) Com o passar do tempo, fica igual à uma fruta que caiu do galho de uma árvore… No chão permanece até virar passas, ser devorado por um animal OU aprender a se reconectar e permanecer bem preso à árvore.

Com muita sorte e até com a ajuda do destino, o “Ser de Luz” encontra o Centro Taoísta para se tratar e por algum tempo, se mantém disciplinado até que esquece da dor. Prof. Tsai sempre avisa seus pacientes: “Olha…cuidado senão, volta tudo e pior!”

Opa, o “Estou me achando” já melhorou e gasta até a energia que não tem de sobra (ficou no vermelho)! Volte ao parágrafo de cima (*): já viu esse filme, né? Pois é, eu também assisti! Mas, aprendi a lição!

Na prática de energia, todos nós do grupo, percebemos o quanto devemos agir naturalmente para que o ganho de energia seja feita de forma gradativa e constante. Saber usar e dosar com sabedoria é melhor ainda!

Praticar Tai Chi é se deixar levar ao sabor:
• da “onda que vai” e ”onda que volta”,
• do “receber e doar”,
• do manter-se “leve como pluma ao vento” e ”forte como a raiz de uma árvore”
• de exercitar o “recolhimento e expansão”.

Mantendo o seu saldo positivo de Energia, a Essência unida ao Espírito o manterá sempre com longeVIDAde = LONGEvo , joVIal , sauDAvel e DEdicado ao TAO!

 

13/01/2016   Marcela Kwong

E-Mail: marcela_kwong@uol.com.br

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Um governo não consegue intimidar o seu povo utilizando a morte;
Pelo contrário, utilizando a força, o povo se rebela e perde-se o respeito e a harmonia.
Quando age pela “não ação”, deixando o seu povo livre, no silencio, um grito de morte se faz ouvir e entender rapidamente.
O governo que deixa o seu povo viver naturalmente não tem nada a temer.
Um governo que foge do seu natural e percorre caminhos contrários ao do Tao, colhe frutos da insegurança, descontentamento e desarmonia, aos quais estamos vivemos.
Não queiramos fazer o que não fomos preparados.
O lenhador utiliza de forma muito eficaz o seu machado, porém, pode ser algo perigoso para alguém que não está capacitado para o seu uso.
Respeitemos a nossa natureza. Respeitemos o nosso limite.
Acrescento que, a natureza não fez o ser humano com asas, com nadadeiras, com quatro patas. Isto significa que não fomos feitos para voar como os pássaros, nadar como os peixes e correr como os leopardos. No entanto, utilizando a inteligência que nos foi presenteada, o ser humano tem conseguido ultrapassar os limites de sua natureza física. Essas conquistas não causariam problema se não fosse o egocentrismo e a supervalorização da matéria e do poder.
Pela prática de tai chi e meditação, com humildade, sinceridade e bom coração, busquemos encontrar a nossa verdadeira natureza, o verdadeiro caminho do Tao, com equilíbrio, energia e muita saúde.
Prof. Tsai, agradecemos por compartilhar tanto conhecimento conosco.

 

10/01/2016  Iracema Ioco Kikuchi Umeda

E-Mail: iikumeda@hotmail.com

*Texto elaborado por aluna Iracema Ioco Kikuchi Umeda.

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melhora na minha acuidade visual ( catarata).

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Eu pratico treino de Tai Chi Chuan desde 2006, e ao longo do tempo tenho sentido vários benefícios que essa prática tem proporcionado à  minha saúde.

Gostaria de compartilhar um fato que ocorreu na semana passada.

Eu e a minha esposa temos feito exames oftalmológicos de rotina, anualmente, numa boa clínica oftalmológica, normalmente com o oftalmologista de nossa preferência.    Na semana passada, entretanto, fomos atendidos por um outro oftalmologista, pois o nosso estava de férias.

Ao examinar a minha ficha, após analisar o meu histórico, entre outras coisas ele observou que eu já tinha catarata (opacidade do cristalino, que faz a gente enxergar as coisas meio embaçada) há algum tempo, e que estava piorando ao longo do tempo, e que nessa progressão provavelmente eu teria que fazer cirurgia de catarata em breve.   Disse que a acuidade visual de uma pessoa sem catarata tem índice 1,0 (ou 100% ou 20/20) e que no meu caso estava com índice 0,7.

Em seguida fez teste da minha acuidade visual, e para surpresa nossa, mais dele do que a minha, constatou que a minha acuidade visual atual era 1,0 (ou 100% ou 20/20).  Ele disse que tinha que refazer o teste, e ao refazê-lo, deu novamente índice 1,0.  Ele disse que nunca havia visto acontecer isso, e a conclusão dele era que o médico anterior tinha cometido erro de anotação.  Fiquei em dúvida.

Depois disso foi a vez da minha esposa.   Ela também já tinha catarata, só que estava em situação melhor que a minha.   Ao fazer o teste agora, o índice dela deu pior do que o índice medido anteriormente.

Assim concluí que as anotações que o médico anterior tinha feito, provavelmente, não estavam erradas, e que a melhora na minha acuidade visual provavelmente se deve a prática de Tai Chi Chuan.

08/11/2015   Kinjiro Sekiguchi

E-Mail: kinjiro2003@globo.com

Ver outros depoimentos:

http://www.centrotaoista.com.br/depoimentos-acupuntura

Relato do Tao Te Ching . Capítulo 69. Aula de Tai Chi – 24/10/2015

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Capítulo 69

Livros como A arte da guerra valorizam uma posição ativa diante da vida; defendem que o ser humano deve tomar a iniciativa.  Ao contrário, o capítulo 69 nos fala que para “vencer” devemos ser receptivos; eu não posso evitar o ataque, mas posso me desviar; em vez de avançar um milímetro posso me desviar um milímetro. A lição extraída deste capítulo é a não ação; é a valorização de uma postura mais receptiva – como o próprio tai chi, que utiliza a força da agressão para desviar-se dela.

 

Na guerra, o sentimento de vaidade dos oponentes se revela como um dos principais erros. A vaidade nos faz perder o principal tesouro: o eixo. No treino de energia, o TAO nos mostra a importância do equilíbrio. Sem usar armas, sem desprezar o “inimigo”, sem avançar para lutar, sem perder o tesouro. Uma bela alegoria de como devemos levar a vida…

 

22/01/2016 Betânia da Silva Lins

E-Mail: betania.lins@printeccomunicacao.com.br

*Texto elaborado por aluna:Betânia da Silva Lins

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Arte da Guerra

Os livros que falam de estratégias e arte da guerra nos ensinam que durante uma guerra devemos tomar uma posição mais passiva em relação à outra parte. Isso significa que o sábio quando se vê em uma situação de guerra ele evita tomar a iniciativa, não se tornando o “anfitrião” do embate.

Nestas condições, o seguidor do Tao se porta como receptor, pois ele sabe que é preferível retroceder o tamanho de um pé do que avançar o tamanho de um dedo.

O sábio não ataca nem toma a iniciativa, aguardando o momento certo de se defender, sendo maleável e receptivo como a água.

Desta maneira segue sempre vitorioso.

Um exemplo disso foi a vitória do Viet Nam sobre os Estados Unidos, nos anos 70, na Guerra do Viet Nam.

Para o praticante do Tao, o maior erro consiste em se achar superior e desprezar o adversário, tomando uma posição de superioridade e arrogância sobre ele.

O Tao nos ensina a sermos humildes neste caso, se não quisermos ser derrotados.

A história nos ensina que os vencedores sempre foram aqueles que não tiveram intenção de atacar, pois o tirano sempre cai. Exemplo: o Império Romano.

Quem ataca sempre perece no fim das contas.

11/11/2015   Paulo Ricardo

E-Mail: paulobonciani@hotmail.com

*Texto elaborado por aluno:Paulo Ricardo

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Cap 69

 

Na guerra, não tomar a iniciativa, não avançar ou forçar agressão e, sim ; recuar e permanecer em postura defensiva. Ao ser agredido, assimilar o movimento e trazê-lo de volta, deixando que a força do atacante retorne para si próprio.

 

O atacante não encontrará o inimigo,  braço  ou  arma, pois  quem se encontra na posição da   ” não ação ” está  em união consigo mesmo e com  o Universo,  recuando e desviando do opressor.

 

Assim, também, a prática do tai-chi nos ensina a desenvolver uma ” relação circular”  com a vida. Acompanhar  ou conduzir  a si mesmo  e aos outros, 

movimentar  com leveza e suavidade mantendo- se receptivo,  soltar bloqueios,  deixar fluir,  evitar a força e o confronto,  desviar  de situações que  possam drenar energia.

 

Tanto na prática como na vida manter   o ” eixo ” é fundamental . Estar conectado consigo mesmo e com o Universo nos abre várias possibilidades e nos leva  à conquista das três virtudes: essência, energia e espírito.

 

A citação deste capítulo juntamente com a prática do tai-chi nos leva a pensar que a paz começa dentro de nós. E podemos simplesmente iniciar pela

qualidade dos pensamentos.  Evitar negatividades na mente e manter pensamentos positivos , leves e serenos ajudam a manter  a integridade energética. 

 

Praticar a serenidade e tranquilidade, mas também a delicadeza  e leveza nas palavras e atitudes do dia-a-dia podem gerar mudanças e novas escolhas.  O contrário, ou seja, a agressão e a força, fecham as portas da comunicação e da paz.

 

Muitas circunstâncias são resolvidas ou até desviadas ao buscarmos nosso verdadeiro ” eixo”, evitando  o desgaste e poupando a energia vital.

 

Lembremos de ter bom  coração e de  nos manter humildes ,  percorrendo o caminho e apreciando cada degrau. Vamos regando a nossa ” raiz”  na medida certa, sem pressa, mas  de forma constante.

 

 Nada fazemos com o conhecimento se não houver a prática.

 

Nos tornamos aquilo que praticamos.

 

E assim como o Tao  nos ensina: melhorar a energia para que possamos viver melhor promovendo a paz.

 

          

       

29/10/2015 Kátia Rodriguez Richieri

E-Mail: katia@richieri.com.br

*Texto elaborado por aluna: Kátia Rodriguez Richieri

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Relato do Tao Te Ching . Capítulo 68. Aula de Tai Chi – 17/10/2015

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Capítulo 68: “Não Disputar, Não Brigar”

Este capítulo ensina-nos sobre a importância de mantermos alinhados sempre, através da prática diária e constante de energia.

O mundo está se tornando cada vez mais violento, e quando menos se espera podemos estar envolvido no meio de uma confusão, de trânsito, por exemplo.

Estando alinhado, seremos capazes de evitar partir para agressão caso seja provocado, e se for agredido, seremos capazes de nos defender e vencer sem confrontar o agressor.
Nesse caso, é importante vencer o agressor sem confrontá-lo, e muito menos humilhá-lo, mantendo atitude humilde, para evitar a retaliação do mesmo. E isso só se consegue se estivermos alinhado.

Este capítulo fez me lembrar que, para quem treina o “Tue Shou”, o Tai Chi Chuan como arte marcial (Push Hands), o ensinamento básico é praticar a luta alinhado, escutar o chi pelo contato, e vencer o oponente sem confrontá-lo, aproveitando a iniciativa de ataque do mesmo, usando a força do oponente contra ele mesmo e, como diz o Professor Tsai, vencer com graça e elegância.

 

23/10/2015   Kinjiro Sekiguchi

E-Mail:kinjiro2003@globo.com

*Texto elaborado por aluno: Kinjiro Sekiguchi

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Capítulo 68

Os capítulos do Tao Te Ching, para os praticantes de Tai chi / meditação, sempre nos leva à reflexão dos ensinamentos adquiridos aos sábados.

Neste capítulo novamente Lao Tse nos mostra a importância de se obter a virtude  de forma natural.

O verdadeiro caminho do Tao foi descrito há milênios e é uma verdade até nos dias de hoje.

O verdadeiro guerreiro não precisa de armas, não precisa guerrear. O vitorioso não precisa combater, confrontar, intervir. Com sabedoria, permanece em posição de humildade e age pela não ação.  Com atitudes de humildade, se coloca em posição de inferioridade e impõe o seu valor (superioridade). Os obstáculos de nossa vida são verdadeiras oportunidades para o treino de nossa humildade. Respeitemos com humildade e sabedoria as nossas dificuldades e a dos outros – serão as ferramentas para o nosso crescimento futuro.

Os exercícios em dupla de “Tui Shou” ( Push hands) é um treinamento para fortalecimento das bases, de nossas dificuldades (bloqueios energéticos) e essencial para aprendermos a nos relacionar com os outros. Quanto mais natural melhor. Devemos ter leveza, sutileza e respeito para acompanhar o parceiro. Ora acompanhar, ora conduzir. Assim é o curso da vida. Quanto antes aprendermos (e apreendermos) esse conceito mais leve lhe parecerá a vida.

A meditação também deve ser realizada pela não ação, deixando apenas a natureza agir.  Com um coração humilde, deve-se praticar com constância, sinceridade, bom coração e sem pressa para obter a nossa evolução.

A constância dessas práticas se revela nas nossas atitudes e nos acontecimentos ao redor de nosso dia-a-dia e é um passaporte para uma vida mais saudável, mais serena e mais feliz.

22/10/2015  Iracema Ioco Kikuchi Umeda

E-Mail: iikumeda@hotmail.com

*Texto elaborado por aluna Iracema Ioco Kikuchi Umeda.

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