Relato do Tao Te Ching . Capítulo 56 . Aula de Tai Chi – 04/07/2015

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TAO TE CHING Capítulo 56

A preciosidade do TAO

O indivíduo que verdadeiramente sabe… não fala; o que fala… não sabe.

Fechar a boca é uma alusão a fechar os portais no momento da meditação. E fechar portais é, de acordo com o professor Tsai, equivalente a aparar as pontas agudas. Quando as pontas são aparadas, as confusões se dissipam e mantemos o equilíbrio entre corpo e mente. “Garrafa cheia não faz barulho”, lembra o professor Tsai.

Volta-se para dentro, aconselha Lao-Tsé; o brilho deve se igualar à multidão. Um recado claro para nos tornarmos naturais, iguais – para sermos uma parte do todo, do TAO. A igualdade, assim como o TAO, é misteriosa e maravilhosa.

Ao nivelar-se com o que é singelo, o homem não fica à mercê de emoções – da perda ou lucro; do sucesso ou derrota –; as contingências cotidianas não abalam nem exaltam o seguidor do TAO, porque ele está acima do transitório. Não se trata de indiferença diante de sentimentos essencialmente humanos – estamos falando de constância conquistada com sabedoria. O tai chi chuan é a prática que nos lembra constantemente dessa preciosidade do TAO e da importância da constância.

Não há angústia porque não se busca o que está distante de nós, mas o que está dentro.

10/07/2015 Betânia da Silva Lins

E-Mail: betania.lins@printeccomunicacao.com.br

*Texto elaborado por aluna:Betânia da Silva Lins

http://www.centrotaoista.com.br

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Preciosidade do Tao

Aquele que fala, não conhece.

Aquele que conhece, não fala.

Quem conhece o Tao fecha a boca e as portas do sentido. (O Professor Tsai ressalta que este trecho oferece uma grande evidência de que Lao Tsé seria praticante de energia).

Dessa forma, quem mantém os sentidos recolhidos se aproxima cada vez mais do natural e remove seu obstáculos, confusões e bloqueios.

Seja natural e não procure brilhar feito estrela para se sobressair aos demais. Não procure parecer ser melhor do que os outros.

O sábio não demonstra seu brilho, procura igualar-se aos demais e não se sobressair. Deixa as coisas fluírem, não força a situação buscando se destacar.

Ele não pode ser tratado de modo familiar nem cerimonioso, pois está além de toda consideração ou rejeição.

Isto se chama a “Igualdade Maravilhosa”, pois não há diferença ente as pessoas.

Quando se entende a igualdade, acabam-se diferenças.

08/07/2015   Paulo Ricardo

E-Mail: paulobonciani@hotmail.com

*Texto elaborado por aluno:Paulo Ricardo

http://www.centrotaoista.com.br

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